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DISTOPIA – A PEDRA PRECIOSA DE RICARDO VILLA

19 de agosto de 2012

As esculturas abaixo tem a forma de diamantes. São feitas de resíduos de demolições: cimento, areia, pedrisco. A combinação é fortíssima: a forma da pedra preciosa e lapidada e a matéria residual e bruta reunidas no mesmo tempo-espaço da coisa chamada obra.

Ricardo Villa é o artista, o autor da ideia. A obra se chama DISTOPIA. Para quem não sabe, DISTOPIA é o contrário de utopia. Utopia é uma palavra que soa inadequada em nossos dias, quando a esperança se mostra como um afeto enfraquecido diante da anestesia capitalista. Quem ainda consegue pensar em um mundo diferente na ditadura do consumismo, do trabalho explorado e da nova escravidão que ninguém quer ver?

Ricardo Villa responde com sua DISTOPIA, provocando-nos a pensar no que fazer.  Com DISTOPIA, Ricardo nos faz pensar no outro lado das coisas. Em alternativas. Nas potências da nossa força como povo.

Para ele, as pedras preciosas da DISTOPIA são ferramentas. Podem ser usadas para alguma coisa, com algum sentido, em algum momento especial. Que momento pode ser esse?

Em época de eleição, uma pedra é sempre preciosa.

Sejamos criativos.

4 Comentários leave one →
  1. 19 de agosto de 2012 11:34 am

    … _Quem sabe as ‘minhas metáforas, minhas Pérolas [no Meu blog], Ou; até mesmo meu Desenho Abstrato [no Facebook] podem dizer oque sinto ‘Quiçá’ (palavra em desuso). Mas eu adianto, seguinte: “cada pedrinha dessas se chama Amor Próprio, Auto-conhecimento”. Com ELAS, Você faz o AMOR, OU; Você faz a guerra !!!

  2. dcarocas permalink
    20 de agosto de 2012 11:31 am

    Minha filósofa predileta, estou assoberbada de tarefas pois vou mudar de endereço, estou lotada de plantões e ainda estudando para uma prova de título, em que isto lhe interessa, em nada, eu sei, mas, suas idéias e sua literatura não só me conquistaram como apreciadora, elas se interpuseram no interstício do meu cotidiano de tal forma que mesmo de longe você é parte da minha vida e sinto necessidade de justificar a ausência de meus comentários em alguns textos. Saudades!

    • 20 de agosto de 2012 6:44 pm

      Boa sorte com tudo isso, minha querida! Não se preocupe em comentar, faça só quando lhe der prazer. um beijo!

  3. 22 de agosto de 2012 5:39 pm

    Diante da servidão moderna que nos oprime e nos diz o que ser, devemos nos lembrar de que “Todo escravo que apanha demais, revida…”

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