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Com amor, recadinho fofo para as leitoras de 50 Tons de Cinza

29 de novembro de 2012

Depois da lavagem cerebral (com descarga e tudo) sofrida pelas pessoas (em sua maioria, mulheres sem muita noção de literatura ou coisas do gênero) que leram o lamentável “50 Tons de Cinza”, gostaria de sugerir um método para recuperar a inteligência e a alma em 5 livros brasileiros. Não estou querendo ser chata, mas seria bem necessário conversar mais sobre isso. Na falta de tempo – correria de final de ano, essas coisas – faço a sugestão abaixo com todo o meu amor. Os livros abaixo são essenciais, a propósito, no combate à devoração da inteligência pela indústria da cultura do livro que o rebaixa à mercadoria, a objeto da lista dos mais vendidos… Aí vai a pequena lista que gostaria de oferecer neste momento, aliás qualitativamente outra, contra as listas dos mais vendidos.

Sinceramente, moças do mundo, uni-vos contra aqueles que querem tratá-las como otárias. A lista abaixo é só para aquelas que não vão ficar esperando um príncipe bilionário…

1-    Ossos de Princesas – Beatriz Grimaldi – Dobra Editorial

2-    Memórias de Um corpo Eviscerado – Elizabeth Brose – Luminara

3-    A Paixão segundo G.H. – Clarice Lispector – Rocco

4-    Gran Cabaret Demenzial – Veronica Stigger – Cosacnaify

5-    Rútilos – Hilda Hilst – Globo

290 Comentários leave one →
  1. mauricio eloy permalink
    29 de novembro de 2012 11:46 am

    Faltou “A historia do olho” de Georges Bataille ..se me permite a indicação

    • 29 de novembro de 2012 10:18 pm

      eu escolhi só mulheres e brasileiras. mas podemos fazer uma lista de literarura erótica, sem dúvida. Adoro A história do Olho.

      • mauricio eloy permalink
        30 de novembro de 2012 9:53 am

        Da uma olhadinha no livro Amendoa…eu postei um texto falando um pouco do livro.

        Existe um filme Iugoslavo muito impressionante mostrando a condição das mulheres em uma aldeia, link abaixo apesar de ficção ele foi baseado em fatos reais

        http://www.interfilmes.com/filme_22160_virgina.html

        Parabens pelo seu trabalho.

        Bj

        Prof. e artista Plástico Maurício Eloy

  2. Fatima permalink
    29 de novembro de 2012 11:58 am

    márcia eu comprei e consegui ler 15 páginas….socorro isso não é literatura…uma SABRINA é melhor escrita… e para mim A Paixão segundo G.H. – Clarice Lispector – Rocco, é o mais importante e belo livro….

    • kênia permalink
      18 de dezembro de 2012 6:58 am

      Ganhei de presente do meu marido , não consegui passar da metade do livro, me senti com 13 anos ….Não entendi tanta festa em volta desse livro

  3. 29 de novembro de 2012 12:00 pm

    Por que a tentativa de desqualificar um livro ficcional de uma estória que envolve pessoas com perfis que existem na sociedade?

    O problema do coletivismo é levar tudo que é individual a esse mesmo patamar e ter a certeza que as pessoas se influenciarão, e se forem influenciadas as consequências também serão individuais.

    Eu não li o livro ( pelo principio básico de não interesse, mas se há quem se interesse, qual o problema?), conheço uma pessoa confiável que leu e ela dá risada dessas análises, essa pessoa não é uma ignorante e pode desmistificar todas essas criticas de quem não leu, nem acho que isso seja necessário, porque acredito que princípio básico da literatura é a diversidade, essa estória é ficcional e poderia não ser, pois como eu já disse: os perfis apresentados existem, porque não retrata-los? porque não lê-los, e porque não deixar as pessoas se influenciarem se assim quiserem?

    • Renata permalink
      29 de novembro de 2012 11:29 pm

      Eu não li o livro, mas fico curiosa em fazê-lo.
      Faço das palavras de Targino Junior as minhas.

    • 30 de novembro de 2012 12:25 am

      Concordo com você Targino Junior!

    • Rinaldo Lima permalink
      30 de novembro de 2012 7:17 am

      Cara ;
      Vc tirou todas as minhas palavras da boca…
      SHOW ! ( muito boa sua perspectiva nesta crítica … )
      Penso assim tbém !!! abs amigo novo …

    • Pietra permalink
      30 de novembro de 2012 7:38 am

      Li todos os livros recomendados e também li este e concordo com você plenamente Targino.

    • Marta Fonseca permalink
      30 de novembro de 2012 8:21 am

      Credo, que mulher chata essa Márcia Tiburi. Deixa as pessoas serem felizes. De qualquer forma, essa é a sua opinião e isso não significa que seu pensamento é correto. Eu não li os livros que ela critica com tanta ênfase aqui, para não utilizar outro termo, mas as pessoas que os leram não são na sua maioria ignorantes, como foi dito aqui. Acho muito absurdo colocar as coisas desta forma no século em que estamos vivendo. Essa pessoa (Márcia Tiburi) ou é muito arrogante, ou parou no tempo.

      • 30 de novembro de 2012 8:37 am

        Olhe, vc tem razão: uma mera opinião nunca será o “pensamento correto”.O resto foi a sua interessantíssima agressividade.

      • Marta Fonseca permalink
        30 de novembro de 2012 8:49 am

        Concordo, fui agressiva e peço desculpas. Sinto muito pela maneira com a qual escrevi, mas, infelizmente, seu texto despertou em mim essa agressividade. Não a estou responsabilizando pela maneira com que me senti – eu deveria ser capaz de controlar a mim mesma – mas, infelizmente foi o que aconteceu. Ainda bem que agora estou mais calma e posso expressar melhor o meu pensamento, de uma maneira mais educada.

      • 30 de novembro de 2012 9:23 am

        Isso é bem legal.

      • gisele permalink
        30 de novembro de 2012 10:06 am

        Eu discordo, acho que quem parou no tempo foi você , a márcia tiburi pra você que não a conhece é filosofa e tem vários livros publicados , é uma pessoa séria, que realmente sabe o que está dizendo, mas é muito fácil cair no óbvio, o pensar não é pra todos, se fosse, estaríamos num mundo melhor.

      • Clovis permalink
        30 de novembro de 2012 1:27 pm

        Curiosa época a nossa em que tudo se publica e nada se critica. Por princípio e consenso absoluto tudo que alguém gostou é obrigatoriamente bom. Quem não gostou que se cale.

      • Clovis permalink
        30 de novembro de 2012 1:29 pm

        Vai a crítica contra a crítica e volta a auto-crítica anti crítica. Isto esta ficando cada vez mais interessante.

      • Emerson permalink
        24 de março de 2013 1:29 pm

        Ô Marta Fonseca, o mínimo que você deveria ter é respeito por uma grande pensadora brasileira, defensora das mulheres, conhecedora da vida feminina desde a Grécia Antiga. Você deveria assistir uma das palestras de Márcia e ver em qual terreno você se encontra. O trabalho do filósofo é precisamente cutucar as comodidades diárias para fazer pensar. Por isso mesmo são colocados contra o mundo em tudo que falam, pois geralmente as pessoas não gostam de pensar, nem de ter de enfrentar racionalmente suas próprias limitações. Ninguém te dirá “não compre o livro”, mas pode te avisar da porcaria que é. De resto, nós sempre temos diante de nós a opção entre a pílula azul e a vermelha, do filme Matrix: devemos escolher entre A ou B, mas não podemos mais dizer que não foi nossa escolha. Ademais, lembro Raul Seixas, que cantava “eu preferiria ser burro; eu não sofria (sic) tanto”, o que vai de encontro ao que você escreveu “Deixa as pessoas serem felizes”. quem não pensa, de fato é mais feliz.

    • Jéssica permalink
      30 de novembro de 2012 9:54 am

      Muito boa colocação Targino Junior, como leitora deste livro, faço de suas palavras as minhas!!!

    • DriKavouras permalink
      30 de novembro de 2012 10:21 am

      Adorei Targino Junior!!! Concordo plenamente!

    • 30 de novembro de 2012 11:05 am

      Uia! meu comentário foi aprovado, assim como outros que também criticam a posição da Márcia. é um avanço, poderia dizer que é até uma redenção, porque o modo operante de blogs e blogueiros que criam polêmicas alavancadas pelo sucesso alheio geralmente sempre termina em censura de opiniões diferentes. Esse texto desse blog me fez lembrar da incrível Ayn Rand e a “era da inveja”. Sugiro o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=gaA_nlho6Kw

      • 30 de novembro de 2012 11:44 am

        É importante entender como esse tipo de literatura tenta a transformar as pessoas em menos do que mercadorias, reificando-as, e assim, gerando e permitindo a continuação e muitos problemas que existem na nossa sociedade.

        O livro, 50 tons de cinza, tem sim uma temática que ajuda a tornar algo que pode ser entendido como um indicador de algum problema como algo simplesmente comum.

        Assim como a venda da virgindade, a venda de influência, a corrupção passiva ou ativa, a permissividade para com a violência disfarçada de fetiche não é interessante. E a minha mera opinião está calcada no estudo e contato de minha experiência como graduando em psicologia com pessoas vítimas de abuso e outros fatos que atormentam o desenvolvimento da sociedade humana.

        “Eu posso tudo, mas nem tudo me convém.” Será que o livro não reduz a mulher e o homem? Eu acho que sim, e tenho porque dizê-lo pela minha vida e de outros muitos com quem lido diariamente numa triste realidade…

      • Isabella Meneses permalink
        30 de novembro de 2012 11:59 am

        Simplesmente maravilhoso o vídeo. Mas fique tranquilo… a polêmica gerada vai virar um “estudo de casos” depois. Risos.

      • 30 de novembro de 2012 1:50 pm

        Sr Adversarianista, o senhor pode reclamar: o senhor pode escrever uma carta para a editora, pode escrever uma carta para a autora, pode escrever uma carta para o governo*, pode até mesmo escrever seu próprio livro reclamando desse livro. mas seu direito termina aí, ninguém pode proibir o autor de escrever e muito menos o leitor de comprar.

        No seu discurso está intrínseco que seja proibida toda a literatura que segundo a sua opinião traz malefícios para a sociedade.
        Já vimos os mesmo “ideais” em outras épocas e tenho certeza que o senhor deve repugnar isso, qualquer pessoa de bem (acredito eu) entende como o certo a liberdade de escrever o que bem quiser, publicar, contar com os meios de divulgação e tudo que for possível para que sua obra seja consumida. Na outra ponta haverá outras pessoas que consomem o que bem entenderem, impactadas ou não pelos meios de divulgação, pelas listas de “mais vendidos”, sei que a liberdade assusta alguns, mas ela é a coisa que acho mais desejável nessa sociedade.

        Sobre os assuntos abordados como: “Assim como a venda da virgindade, a venda de influência, a corrupção passiva ou ativa, a permissividade para com a violência disfarçada de fetiche não é interessante.” Só te digo uma coisa: todo assunto de caráter individual quando coletivizado, se torna um problema, se um indivíduo quer vender a virgindade, venda, se quer vender a influência, venda, o livro trata o individual, se algo está errado, as consequências são individuais, coletivizar uma experiência individual e achar que todas as pessoas agirão da mesma forma sobre a influência é algo extremamente infantil.

        * Aliás, isso é muito comum, vide Monteiro Lobato.

      • 30 de novembro de 2012 2:10 pm

        Vou terminar minha participação dizendo que se algum livro da Márcia Tiburi se tornasse um best seller, algum blogueiro faria um texto como esse para desqualificar a obra dela, sendo boa, ruim, benéfica ou maléfica para a sociedade, vivemos num mundo onde a inveja é o combustível dos intolerantes e suas demonstrações gratuitas de ódio ao sucesso alheio, esses invejosos me parecem serem inaptos a propagarem suas ideias, experiências e até mesmo seus fetiches de uma forma que atinja um grande número de pessoas, você pode dar duas desculpas pra isso: Ou o seu trabalho não é bom o bastante, ou o leitor é burro e só compra porcaria (como dito aqui com todas as letras), eu acredito na primeira opção.

      • 30 de novembro de 2012 5:13 pm

        Em momento nenhum eu propus, nem nas entrelinhas, que fosse proibida parte ou o toda de qualquer obra que seja, nem do ‘Mein Kampf’ (que é um exemplo histórico estremado), mas defendo ao invés disso que as pessoas tenha capacidade crítica para ler tais obras.

        Como atingir isso? Não tenho a resposta. Só estou levantando um questionamento, e apontar uma saída baseada apenas na minha opinião para que os outros sigam seria abuso tanto quanto aquele que condeno.

        A venda da virgindade, a prostituição, o plágio, a corrupção, etc. São todos exemplos de ações humanos que o Senhor Targino Junior coloca como individuais, mas que fazem parte da coletividade. E são sim, uma mácula em nossa sociedade. Se a pessoa fosse realmente livre, não existiria tal necessidade para se vender, ou vender seus valores. Liberdade para se corromper? Para se prostituir? Isso não é liberdade. Isso é abuso institucionalizado e legitimado por um lógica torpe.

        Caro Senhor Targino Junior, o Senhor coloca que “acredita” que as coisas sejam assim, eu não acho que estou certo, talvez você deva criticar um pouco essa sua permissividade quando ao abuso que o outro é infligido, ou será que a fome, a pobreza, a péssima educação também são escolhas individuais?

        O individual não deve ser coletivizado até que você seja a parte individual vítima de outra parte individual, pois quando for a sua vez de cobrar seus direitos, como outros integrantes padrões da classe média alta, você terá os recursos e conhecerá os meios para buscar teus desejos e tentar solucionar o que lhe aflige. Mas já que não se pode “interferir no direito individual” como a prostituição, abuso sexual e outros tipos de violência, como tua argumentação leva a crer, talvez seja eu quem deva aprender com o Senhor como essa lógica funciona, pois para mim esse discurso permissivo não é compreensível.

        Um livro, por ser popular, não merece nenhum caráter qualitativo, apenas quantitativo. E não deve ser por isso, eximido de qualquer análise crítica ou chegar até a ser alguma forma de guia para o grande público. O Senhor pode comparar os escritos da autora de blog, e dizer que eles seriam alvo da mesma discussão, mas não será por isso que eles terão o mesmo valor literário ou de entretenimento para os seus leitores. E ao dizer que quem critica é invejoso, o Senhor passa ao argumento ‘ad hominen’, o que não constitui uma forma de discussão saudável. Reveja o teu método argumentativo, por favor.

      • 30 de novembro de 2012 5:15 pm

        Você fala do fetiche que eu citei como se ele pudesse ser algo benéfico, mas talvez não estejamos atribuindo o mesmo significado à palavra. Eu me referi ao fetiche presente na obra de Karl Marx, que se apresenta como um objeto que recebe o valor que a pulsão direcionaria para outra pessoa, e dessa forma, se torna depreciador das relações humanas (claro que reduzi os textos acerca do assunto de forma extrema). Fetiche não é uma coisa interessante, neste ponto de vista.

        E novamente ao propor que o leitor seja burro, ou que mais provavelmente eu seja um mal profissional, o Senhor retorna ao argumento ‘ad hominen’, sem ao menos conhecer meu trabalho ou qualquer pessoa que tenha contato comigo. Ficaria feliz em te ajudar quanto a esses esclarecimentos que se fazem necessários, se o Senhor assim desejar ampliar o teu conhecimento.

        Sinceramente, espero que você não tenha uma atitude grosseira e agressiva assim quando não está escondido atrás de um proxy na internet, e que possa ser alguém gentil e educado com as pessoas que lidam com o Senhor no dia-a-dia. Pois o senhor não é um leitor burro, só mal-educado e descortês para com os teus interlocutores.

      • 3 de dezembro de 2012 10:38 pm

        Caro Targino, acredito que só daqui algumas décadas, quando a alfabetzação finalmente chegar às universidades brasileiras, haverá alguma chance de um ‘Magnólia’ ou ‘O Manto’ vir a ser um mais vendido, até lá, a autora seguirá tentando, e para isto usará os meios que dispõe, paracultivar mentes áridas, esturricadas, exauridas até pela preguiça de pensar mais largo e fundo! A autora em questão além de doutora em Filosofia e exímia escritora é uma PROFESSORA e sempre falará com a convicção de quem sabe o que diz! Eu acho que o fato de você está neste blog significa que algum interesse você tem no pensamento tiburiano. Seja bem vindo, comece com o lindo ‘ Era Meu Esse Rosto’. Um abraço!

    • david permalink
      30 de novembro de 2012 1:46 pm

      A lógica me mandou parar de ler seu comentário em ” Eu não li o livro…”

      • 30 de novembro de 2012 9:07 pm

        Discutir com academicista politicamente correto e conservador é sempre bem complicado, por isso me retiro, mas continuo com a mesma opinião básica: Leiam tudo que quiserem, e não se importem com a opinião alheia, já que os benefícios ou malefícios ao termino da leitura de uma obra é algo individual. Liberdade para todos e abraços!

      • luciane permalink
        6 de fevereiro de 2013 1:07 am

        Perfeito.

      • luciane permalink
        6 de fevereiro de 2013 1:14 am

        Correção :Perfeito David.
        Não Targino.Este é um ser invejoso cujo nome deveria ser:
        Eu queria ser Márcia Tiburi.
        Mas,não é.

    • rose permalink
      1 de dezembro de 2012 3:38 pm

      perfeito comentario…será por que o livro não agrada a Marcia?me agradou…

      • Raquel Caixeta permalink
        27 de dezembro de 2012 3:47 pm

        Puxa não li o livro e depois de tanta crítica qero lê-lo. Se for bom ou ruim, cabe amim decidir e targino seus comentários foram o que me fizeram querer ler o livro. Depois coloco aqui minha opinião.

    • carmen permalink
      1 de dezembro de 2012 7:23 pm

      Concordo com vc, Targino e não achei nada fofo o recadinho de Marcia, aliás bem ofensivo. Não li o livro e nem tenho vontade, mas daí a dizer que quem o fez é sem cérebro é querer ser muito superior. Mais humildade dona Marcia.

    • 3 de dezembro de 2012 1:56 pm

      Falou tudo! 😀

    • Jacqueline Chaves permalink
      4 de dezembro de 2012 12:45 pm

      Márcia Tiburi, querida, quem é mesmo você ??? Quase que não consegue terminar um parágrafo. Você sim é quem nos idiotiza.Seu comentário me fez lembrar o diretor do programa da Xuxa anunciando no Twitter que o programa da Xuxa estava prá começar e que os idiotas que estavam assistindo Pica Pau deveriam mudar de canal.
      Vou colocar uma frase do livro Symposium by Plato . Não vou traduzir porque tenho certeza que você vai entender : “Having true convictions without being able to give reasons for them is halfway between knowledge and ignorance.”
      Gostei do seu comentário Targino Junior .Adoro quando as pessoas se manifestam quando escutam tamanha besteira como esta da Sra Márcia Tiburi. Com amor. Jacqueline Chaves

      • Emerson permalink
        24 de março de 2013 1:38 pm

        Antes de falar da Márcia você deveria procurar por si mesma, para ver que ela é. Vá a uma palestra dela. Não vá querer esperar que livros de conteúdo vendam como E. L. James ou Paulo Coelho. A maoioria dos filósofos nunca foi compreendida durante a vida. É que as pessoas levam décadas ou séculos para alcançá-los.

    • Bia permalink
      5 de dezembro de 2012 7:56 pm

      Concordo com o Targino,não acho que só porque lemos Cinquenta tons,não demonstra,o seu grau de intelectualidade. Acho que para ser intelectual,você precisa primeiro saber ver e ouvir todos os tipos de coisas, e acima de tudo saber respeita-las. Não vejo mal algum em adultos quererem fantasiar um pouco. E qual o problema? Lemos sim Clarice L. e E. L. James, são amores,são fantasias, são visões diferentes. Conheço pessoas que são apaixonadas por Clarice e qualquer outro grande autor da literatura brasileira que lera, E. L. James e soube tirar suas conclusões sem precisar chamar ninguém de ignorante ou algo assim. Acredito que a grande maioria das pessoas que leram ou estão lendo E.L. James,não são ignorantes, ou algo assim.
      São visões diferente, cada um tem o seu perfil,cada um tem seu gosto, e só resta a uns e outros que até hoje não aprenderam, a respeitar tais indivíduos e suas diferenças.

    • Marilene permalink
      23 de janeiro de 2013 4:02 pm

      Eu li..e recomendo para a mulherada…dá uma apimentada na vida isso sim! rss

    • Jussara permalink
      2 de julho de 2013 10:14 am

      Engraçado, o modo como se discute as histórias de 50 tons de cinza, quanta polêmica. Para informação, em conversa com uma psicóloga, sobre este livro, ela disse que não leu e nem leria, devido saber de pessoa que leu e relê o mesmo livro, como se a pessoa tivesse parado no tempo. Pergunto?? Não sendo psicóloga, mas vendo pela ótica, isso não seria uma fuga? Afinal, Sr. Grey lutou pelo amor daquela que não foi submissa a ele, quem acabou sendo submisso foi ele, fazendo todas as vontades da esposa. Por outro lado, a história traz a infância o qual passou o Sr. Grey, a adoção por família bem sucedida, o conhecimento de uma mulher diferente de outras, a qual foi insistente e lutou pelo Sr. Grey, inclusive, fazendo ele se abrir e rever o porque do modo de pensar e agir. Não se pode esquecer dos traumas, abandono, pedofilia. Enfim, tudo depende como se vê a história, creio que o conservadorismo, o tabu , arraigado em alguns, os impeçam de se quer imaginar um Sr. Grey, será que alguém suportaria, na real, um ser humano assim? Admirei a escritora, traduzindo em miúdos, ninguém é perfeito, o homem era lindo, rico, bem sucedido, com uma fila de mulheres a fim, porém tinha o defeito de ser sádica. E porque será que era sádica?? Fica a dica Sr. psicólogo.

  4. jupira Correa permalink
    29 de novembro de 2012 12:17 pm

    Ainda bem qeu nunca li e jamis leria esse tal d e50 tons….Dessa lista ja´li vários. Sou sua contrrânea de Vacaria e da plebe , como disse você em uma entrevista.

  5. Vivi permalink
    29 de novembro de 2012 12:19 pm

    Pride and Prejudice – Jane Austin é uma boa pedida

  6. jupira Correa permalink
    29 de novembro de 2012 12:19 pm

    Ok

  7. Caroline permalink
    29 de novembro de 2012 12:20 pm

    Márcia,
    gostei demais da sua lista!
    😀

    • Billy Jr. permalink
      29 de novembro de 2012 2:02 pm

      Estes livros falam do que na verdade?

  8. Imara Reis permalink
    29 de novembro de 2012 12:28 pm

    Obrigada por alguém falar do “aplique” que é esse livro. Em termos de erotismo, inclusive, é uma grande bobagem, marcha à ré.
    Vc conhece um livro de contos de uma autora chamada Susana Torres Molina lançado pela Brasiliense há séculos e que se chama “Dona e Senhora”? Tente lê-lo, vc vai gostar.

    • Carol Godoy permalink
      30 de novembro de 2012 6:19 am

      Não sou apta a comentar de algo sem ler. E modéstia parte sou uma leitora voraz. Amo ler! Quando vi o alvoroço em torno do livro, achei que “pelo menos” haveria algo de inusitado em algum dos seus 3 volumes. Quem sabe algo erótico, sexual, que não houvesse em outros tantos livros que já li. Comprei os benditos livros. Li, obviamente. E, decepcionante. Nada novo. Concordo que em termos de erotismo é totalmente água com açúcar. Existem muitos outros livros com altas doses de erotismo ( do tipo sacana e até do romântico). E como narrativa é muito ruim. Talvez valha para quem não ler habitualmente, aproveitando o ensejo da mídia, se estimule.
      Concordo com a lista proposta. Já li alguns e com certeza iri ler os que ainda não o fiz.

      • 30 de novembro de 2012 6:00 pm

        Carol Godoy, você disse exatamente o que eu ia dizer! Li 50 Tons de Cinza e sinto um alívio cada vez que encontro alguém que entenda a nossa opinião. Não se trata de querer proibir o livro ou de preconceito contra quem o leu. E sim, de entender que para quem não costuma ler, ele pode até funcionar como um estímulo, mas que a péssima qualidade literária é óbvia para aqueles que apreciam literatura e leem com mais frequência. É um grande engodo promovido pela mídia. As pessoas vão consumindo essa “junk food” literária. É tanta coisa “idiotizante”, seja na literatura, na TV, no cinema… E o público cada vez menos capaz de filtrar isso. É trágico!

      • 30 de novembro de 2012 6:24 pm

        Que bom ler isso!

      • carmen permalink
        1 de dezembro de 2012 7:52 pm

        Mod[estia à parte Carol Godoy, vc devia aprender a escrever e Rose, se vc leu o livro então deve carregar os adjetivos que a Marcia dirigiu às leitoras. Parabens.

  9. 29 de novembro de 2012 12:28 pm

    Não li “tons de cinza” e nem tive vontade de ler. Ufa! ainda bem. Gostei da sua lista…Ainda não li seus livros. Começo com qual deles?

    • 29 de novembro de 2012 10:16 pm

      AHHAHAHAHA, não me coloquei na lista porque não quero aproveitar isso. Se vc me ler vai ser uma alegria pra mim, depois me conta.

    • Helena Santos permalink
      30 de novembro de 2012 8:17 am

      Ufa!!!! ainda bem que Marcia falou né?……
      Se ela tivesse gostado, com certeza eu tb compraria….

      • rose permalink
        1 de dezembro de 2012 3:41 pm

        então Helena…que falta de opinião a sua.vc iria ler se a Marcia tivesse lido?

  10. Elaine Franzini Soria permalink
    29 de novembro de 2012 12:29 pm

    Até que enfim alguém que compartilha os mesmos sentimentos em relação ao caleidoscópio cinza!
    Elaine F.Soria

  11. Amanda permalink
    29 de novembro de 2012 12:29 pm

    Márcia querida, não é pelo fato de eu ter lido o 50 tons de cinza que eu não tenha “muita noção de literatura ou coisas do gênero” como você mesma falou… Acredito que eu não tenha que recuperar a minha inteligência muito menos alma…
    Dessa tua lista, não li o Ossos de Princesa, os outros são bem bons… E achei sinceramente que o 50 tons de cinza foi muito bem escrito, apesar de ter achado o final do livro uma bosta…
    E não, realmente não estou a espera de um príncipe bilionário, até porque esse só existe no 50 tons mesmo.
    Não seja tão intolerante… algumas mulheres precisam de vez em quando sonhar com esse tipo de homem… talvez elas não tenham muitas opções…
    A propósito me darei de natal este livro que ainda não li.

    • Rinaldo Lima permalink
      30 de novembro de 2012 7:23 am

      Boa menina ….
      Ei, este homem existe sim !!!! ( bilionário na ALMA ), acreditem !
      Gostei da sua maturidade, pelas palavras …
      Afinal de contas…querem dizer o que devemos ” LER ” ( hipócritas )
      Eu leio, tu, eles , nós , vós … ( ei, LER …evita – MAL de Alzheimer ) risos …
      bjaço futura amiga

      • Amanda permalink
        30 de novembro de 2012 8:56 am

        Rinaldo… Adorei o bilionário na ALMA… hahahahahahahaha
        Muito bom mesmo!!!
        Beijos querido

    • Nayara permalink
      14 de maio de 2013 2:14 pm

      Muito bom Amanda, concordo com você!
      Li e modéstia a parte, amei o livro!
      Logico que em algumas coisas deixou a desejar mas, mesmo assim!
      E nem tudo agrada a todos!

  12. 29 de novembro de 2012 12:30 pm

    Eu sempre consulto a lista dos mais vendidos para NÃO comprar os “besta sellers”…

  13. Bibiana Barrios Simionatto permalink
    29 de novembro de 2012 12:45 pm

    Marcia! Gosto de você e te admiro como pensadora e escritora. Mas tem coisas que as pensadoras inteligentes parecem não compreender. Não nivele por baixo as pessoas que leram (e gostaram) de 50 Tons. Se divertir com literatura de segunda não é pecado, pelo contrário, é relaxante.
    Independente da qualidade do livro, o fato de causar curiosidade nas pessoas e invasão às livrarias já devia
    ser motivo de comemoração num país de gente que não lê, você não acha?
    Quem sabe não é um degrau para que às pessoas

    • 29 de novembro de 2012 10:15 pm

      Eu não acho ruim divertir-se. Li e também achei engraçado. O que eu acho complicado é que, quem leu este livro, em geral não leu nenhum outro. E, com todo o respeito, ele faz mal a uma leitora ingênua…

      • Marta Fonseca permalink
        30 de novembro de 2012 8:27 am

        Baseada em que você tirou essa conclusão (de que “em geral” a pessoa que leu esses livros não leu nenhum outro)? Com todo o respeito, pense melhor, pois você pode não estar certa. Intolerante e arrogante esse seu pensamento, e sem fundamento, sem base. Não espero que você concorde comigo, mas não vou generalizar, dizendo que “a maioria das pessoas como você” faria isso ou aquilo. Acho isso errado, pois não tenho base para tirar essa conclusão.

      • 30 de novembro de 2012 8:36 am

        É que generalizar é um procedimento comum do pensamento. Mas vc tem razão, ir ao particular é que é o “filosófico”. O resto é mera opinião.Este meu post foi brincadeira e mera opinião. à noite, vou postar um sério.
        Obrigada por comentar.

    • 29 de novembro de 2012 10:21 pm

      O problema não é se divertir com livro de segunda. O problema são adolescentes de 15 anos achando que BDSM é igual ir no parque de diversões. ~

      • Carol permalink
        5 de dezembro de 2012 9:23 am

        o problema é adolescentes de 15 anos acharem q aquela porcaria é BDSM.

    • Rinaldo Lima permalink
      30 de novembro de 2012 7:28 am

      ” Livre Arbítrio ” ??? ou ” ÁRBITRIO ” ??? risos… muito boa sua resposta..
      É, até o que lemos… já incomoda as pessoas…
      Já sei … leia no banheiro…(e, se alguém perguntar ?!! )
      É meu diário que estou escrevendo … risos …
      Abs nova amiga ,,,

  14. Rosângela de Figueiredo permalink
    29 de novembro de 2012 12:46 pm

    De fato , LAMENTÁVEL 50 TONS !!!!!!!! AFFeeeee …… não consigo ler o segundo da trilogia …….. não consigo sair das 3 primeiras páginas …

  15. 29 de novembro de 2012 12:49 pm

    Se a intenção é ler um livro erótico que “choque” a sociedade, provoque as mocinhas “de família” e reacenda o fogo das mulheres de meia idade, também sugeriria o “A casa dos budas ditosos” de João Ubaldo Ribeiro.

    • Viviane permalink
      30 de novembro de 2012 11:28 am

      Esse é bom… rs Fiz toda minha turma ler quando estava no terceiro ano do colégio… fui considerada pervertida, na época…rs

    • Fátima Santiago permalink
      30 de novembro de 2012 10:26 pm

      Esse eu treli, Izabela. Ém uma delícia…

  16. Cristina Suncic permalink
    29 de novembro de 2012 12:51 pm

    Você é simplesmente fantástica. Eu adicionaria à sua lista (ótima por sinal), um livro de sua autoria, Magnólia. Cá para mim, é uma leitura indispensável. Eu deliciei cada minuto do desequilíbrio enorme que seu livro me proporcionou.
    Parbéns por abrilhantar nossa estirpe!

  17. 29 de novembro de 2012 12:53 pm

    AHAHAHAHAHAHA! Excelente! Primeira vez que leio o blog, mas já virei fã. 😀

  18. Isabella Meneses permalink
    29 de novembro de 2012 12:58 pm

    Um recadinho fofo para a letrada autora do blog…

    É engraçado como essa onda de (pseudo)intelectuais gosta de julgar o sucesso de obras, como a trilogia Fifty Shades, como lidas – em sua maioria – por “mulheres sem muita noção de literatura ou coisas do gênero”.

    Me considero dentro dessa então minoria. Sou uma mulher que entende, mesmo que não completamente, de literatura. Em quase 30 anos minha lista de livros lidos não é tão extensa como eu gostaria que fosse, mas já é bem crescidinha, não só em número, mas em qualidade também, já que a maioria dos (pseudo)intelectuais gostam tanto de falar nessa tal qualidade e nessa diferenciação de valores.

    Não apareço no Fantástico e nem na GNT. Também não sou professora de filosofia, então, só posso dizer que na minha humilde opinião o lance de Cinquenta Tons é, simplesmente, a aura romântica que ele exala. Aquela coisa do inexistente. É, sim, o príncipe encantado pelo qual a maioria das mulheres, no fundo espera, e vai continuar esperando apesar de viver suas vidas de forma feliz e normal. Não é o sexo e não é realmente como a autora escreve, não é a lista dos mais vendidos. Depois de ler livros românticos, estilo Jane Austen, sei que a E. L. James escreve mal mesmo. Repete palavras, as cenas são previsíveis, etc. Eu só acho que realmente não dá pra comparar uma autora com a outra. É algo totalmente diferente. O Mr. Darcy de Orgulho e Preconceito é um cara incrível, que habita as paixões platônicas de muuuitas mulheres, mas o Mr. Grey, com toda a sua postura “I don’t do hearts and flowers” e “no vanilla sex with me”, também. Simplesmente porque a história é atraente. Simplesmente porque – para mim – literatura é isso: independente do que o (a) autor (a) escreve, quando eu fecho o livro, eu vou imaginar o meu Mr. Grey. Eu vou ser a minha Anastasia do mesmo jeitinho que eu vou imaginar o meu Mr. Darcy, ou tantos outros personagens que já habitaram alguma forma de sonho meu, ou que tem potencial para tanto. É óbvio que existem infinitos romances melhores escritos do que este e eu que sou leitora de Anaïs Nin, Henry Miller, e outros, posso dizer que existe pornografia muuuuito melhor do que essa, mas são coisas que nem todo mundo tem acesso. E eu vejo da seguinte forma, se é a trilogia Fifty Shades que vai empurrar os leitores para algo “academicamente” melhor, então fantástico. Não consigo entender qual é o gosto, a felicidade e a realização em se dizer que tal livro é “lavagem cerebral” com direito a descarga. Aliás, acho que entendo. Essa necessidade de julgar algo aos sete ventos me parece muito com uma falta de realizações pessoais… mas vou deixar meus próprios julgamentos de lado.

    Eu tive sorte de me apaixonar pelo mundo da leitura com “O dia do Curinga”, do Jostein Gaarder, quando tinha uns 10 anos, mais ou menos, mas tem gente que começou com “O Alquimista”, do Paulo Coelho, e foi “crescendo e amadurecendo” seus gostos e eu fico feliz com isso. Acho que essa leitura fácil é um ótimo jeito de se atrair pessoas. Lógico que muitos ficarão estagnados aí, mas sempre vai haver alguém que vai pra frente. Nesse ponto, obrigada por suas dicas.

    Eu gostei mesmo da trilogia e passei para minhas amigas, tão humildes, academicamente falando, quanto eu e elas também gostaram… Logo depois comecei uma outra, a Crossfire, que é muito melhor escrita, mas não é cativante como a Fifty Shades. Enfim, acho que o que importa é como, no final das contas, cada personagem vai existir dentro de você! 😉

    • Ursula Peracio permalink
      30 de novembro de 2012 10:36 am

      D I V I N O , seu comentário !!!! A partir dessa trilogia, comecei ler livros e estou viciada, viciada mesmo. Obrigada E. L. James !!!!!

      • Isabella Meneses permalink
        30 de novembro de 2012 5:00 pm

        Obrigada, Ursula! 😉

    • Jacqueline Chaves permalink
      9 de dezembro de 2012 9:04 pm

      Perfeito…concordo com cada palavra sua Isabella Meneses. Acho péssimo quando alguém tenta parecer well-versed e sai por aí falando bobagens. beijo prá vc !

    • Marilene permalink
      23 de janeiro de 2013 4:10 pm

      Isabella..arrazouuuu no comentário!

  19. 29 de novembro de 2012 1:02 pm

    Eu já conversei sobre isso com minha filha e com minhas alunas de Filosofia na UNISC. Quem sabe, lendo o teu comentário elas tenham um ‘insight”! Abração! Rô Candeloro

  20. Viviane permalink
    29 de novembro de 2012 1:07 pm

    perfeito, obrigada!

  21. 29 de novembro de 2012 1:10 pm

    adorei a lista e o “recadinho” pra burras… rsssssssssss

    • Isabella Meneses permalink
      29 de novembro de 2012 10:28 pm

      Affff….

    • Marta Fonseca permalink
      30 de novembro de 2012 8:42 am

      Esse seu comentário é preconceituoso e hostil. Estamos vivendo uma época onde a intolerância e a hostilidade estão levando as pessoas a praticarem atos cada vez mais violentos. Ao invés de caminhar para aceitar as pessoas como elas são, com suas personalidades, qualidades e defeitos, alguns ainda “rotulam” outros, gratuitamente denegrindo-os, baseados apenas em sua própria opinião, demonstrando uma intolerância perturbadora para os dias atuais… A autora desse blog, conseguiu, com esse texto, incitar ainda mais esses sentimentos em muitas pessoas. Se era essa a intenção, parabéns, atingiu seu objetivo.

      • 30 de novembro de 2012 9:26 am

        Acho que a gente põe na roda e conversa sobre. Em outras palavras: falamos o que pensamos para podermos debater. Fora disso, ficamos com a mera opinião e o cordialismo que não nos ajuda a pensar. Como disse, prefiro brigar pra poder entender e não fingir que não penso o que penso. Posso estar errada e não vejo problema nisso. Do conhecimento do erro é que se pode melhorar. Além disso, debates são tão raros em nosso meio. Estou a desejá-los desde sempre e cada vez mais. Pela democracia das ideias e da conversação!

    • Regina permalink
      30 de novembro de 2012 10:17 am

      parabéns pra vcs que são cultas, inteligentes, completas,que não que não precisam de sonhos apenas de idealizações. eu sou uma pessoa normal,que trabalho muito,geralmente quem trabalha muito,tem pouca grana,e minha vida não é do jeito que eu queria q fosse mas não reclamo.minha vida sexual então nem se fala, por isso eu gosto sim do livro gosto de imaginar que sou a mocinha dos contos eróticos!!!!! pois quando acordo tenho que botar os pés no chão e continuar a vida! bem é isso que eu queria dizer, desculpe se não sei falar bonito e nem usar palavras difíceis,pois é assim é que eu sou.

  22. 29 de novembro de 2012 1:14 pm

    “50 tons” é só fição, ng vai querer as fantasias ali descritas e nem o príncipe bilionário de verdade, eu espero rs

  23. 29 de novembro de 2012 1:16 pm

    OBRIGADA.

  24. Amanda permalink
    29 de novembro de 2012 1:18 pm

    Eu li um dos livros e não consigo entender o fanatismo de tantas mulheres por essa trilogia. Tão sei lá… Tem livros bem melhores!

  25. 29 de novembro de 2012 1:19 pm

    Márcia, se bilhões de mulheres estão lendo este livro, a autora deve ter seu mérito. Bruna Surfistinha vende, biografia de zé-mané vende. Pode-se fazer várias leituras deste fenômeno. Primeiro,o livro despertou em muitas o hábito de ler. Só isso já é uma vitória. Marley & Eu, um bobajol sobre um cachorro, vendeu horrores, virou filme.Todo mundo adora. Mas quando o assunto se encaminha para o lado do erotismo, muitos se escondem. Neste quesito, admiro a autora que deu sua cara a tapa. Estou lendo o livro, como jornalista, pois figura na lista dos mais vendidos da Veja há semanas, por curisosidade — já que não se fala em outra coisa — e como mulher. Mas não é este livro que vai talhar minha personalidade. Tenho convicções, defeitos, virtudes e muito a aprender. Talvez até com os 50 tons. O príncipe encantado, infelizmente, não existe. Logo todas vão perceber. Então, ao menos serviu para que tenham saído da inércia em termos de leitura e, quem sabe, dado uma apimentada em seu relacionamento! Mas deixemos que algumas sonhem…

    Mas vou, com certeza, anotar tua lista aqui! Obrigada pela dica!

  26. 29 de novembro de 2012 1:27 pm

    Acho que a lista seria muito mais interessante se os livros fossem acrescidos, ao invés de contrapostos (sobretudo, com a argumentação utilizada, e com a desculpa da falta de tempo); num país em que leitura é algo raro, em penúltimo lugar na avaliação sobre a educação, é um desserviço um texto como esse. Ao invés de contrapor e chamar de acéfalos (para ser gentil, já que a metáfora foi outra) quem lê tais livros, você poderia ter dito “gostou de 50 Tons de Cinza? Experimenta ler esses aqui”. Eu ainda incluo na lista (ainda que não seja brasileiro) Molly Flanders, de Daniel Defoe. Leia bem: incluo, não contraponho. E espero que as pessoas leiam mais, de tudo. Não somente o que eu achar bom, já que eu tive tempo e oportunidade de formar um gosto bacana, lendo de tudo. Ter opinião é ótimo, mas se propor a formar opinião pede um mínimo de bom-senso em relação ao cenário que se pretende criticar, e à opinião que se pretende formar.

    • 12 de janeiro de 2013 9:41 pm

      Poxa, Emanuel. Obrigado pela sensatez. Entendo o posicionamento da blogueira, assim como entendo alguns outros (com as devidas ressalvas). Realmente a opção da chamada para a postagem sugerida por você é mais aprazível e poderia convidar mais pessoas ao debate saudável. Acho uma lástima como as pessoas rejeitam manifestações de crítica fundamentadas em autores e citações com as expressões “pseudo-intelectual” ou “academicista”. Eles existem, mas não são todos. As pessoas têm tons diferentes de se posicionar e isso vai refinando conforme o tempo e os embates. Não é um culto ao academicismo, mas uma chamada para a ponderação. Ao criticar, podemos expor o nosso ponto de vista sem atacar o interlocutor, sem rotular o argumento (como se o rótulo dissesse tudo sobre ele), mas isolando o objeto de análise/crítica e exercitando a argumentação. Não li o livro, não pretendo (por questão de escolha), mas ouvi muito falar sobre ele. Tanto que estamos falando, de certa forma. Acho perigosíssimo o frisson produzido ao redor de best-sellers. O que um livro que se torna best-seller pode indicar da sociedade que o lê? Como o ser humano vai se reificando na medida em que aumenta essa “mercadização” da cultura? Por outro lado, há que se cuidar da vaidade intelectual da academia e da inflexibilidade em aceitar certas popularidades. No mais, nada mais posso dizer sobre o livro com propriedade, apenas esperar que as indicações da blogueira sejam razoáveis e que os leitores chamados ao debate (especialmente os leitores do 50 tons de cinza)
      se manifestem da melhor maneira possível.

  27. Nathália S. Ferreira permalink
    29 de novembro de 2012 1:27 pm

    Querida… inteligência não é algo que se reduz com uma simples leitura… Cinquenta tons de cinza não deixa ninguém mais burra… pelo contrario… dá uma pitada sexual em sua vida, mas pelo visto a Senhorita não possui uma vida sexual ativa e está completamente frustada pelo livro não acrescentar nada pra você, afinal de contas esse livro não faz ninguém esperar um bilionário misterioso, no entanto faz com que sua imaginação dentro de quatro paredes perca o preconceito inútil que existe numa sociedade tão hipócrita.
    A sua lista me parece ótima, no entanto variar a literatura sim é ampliar o conhecimento.

    beijinhos beijinhos…

    Nathália S. Ferreira

    • Marta Fonseca permalink
      30 de novembro de 2012 8:59 am

      O fato de a autora do blog ter sido infeliz em seu texto mencionando “lavagem cerebral” e desqualificando o nível intelectual da maioria das leitoras dos livros em referência, baseada apenas em sua própria opinião e não em fatos concretos, não lhe dá o direito de questionar a vida sexual dela, ou considerá-la frustrada. Você pode achar que ela é chata, – desculpe, mas não encontrei outro termo mais apropriado! -, intolerante e tal, mas acho que tirar esse tipo de conclusão não foi muito legal. Mas é claro que essa é a minha opinião.

      • 30 de novembro de 2012 9:22 am

        AHAAHAHAHAH. Chata, malcomida, que mais? Importante isso tudo.

      • Emerson permalink
        25 de março de 2013 7:15 pm

        Ah, Marta, se você soubesse o tesão que dá ver a Márcia Tiburi colocando para a platéia toda sua sabedoria com charme e beleza, não iria entrar nesse terreno escorregadio de atacar a autora. Tente argumentar contra as ideias dela, mas tenha claro que se deve ter alguém malcomida nesse país, não será ela… E já que estamos falando de delírios do 50 tons, quem dera eu pudesse um dia encontrá-la por ai, e ela se tornasse minha Anastasia… Márcia Anastásia Tiburi… nada mal. Aliás, se tem alguém admirável nesse livro é a Ana, porque ela é tudo o que todo homem gostaria de encontrar pela frente; pura endorfina e só pensa naquilo. No 50 tons, a felicidade existe também para os homens…. ahahahha! Se isso ensinar algo às mulheres, já terá valido.

  28. 29 de novembro de 2012 1:46 pm

    Muito boa! leio best sellers, mas esse aí, eu passei longe há mil léguas.

    Letícia

  29. Lou Sato permalink
    29 de novembro de 2012 1:54 pm

    E para quem quer ler literatura erótica de BOA qualidade indico qualquer livro da maravilhosa Anaïs Nin……….uma mulher totalmente à frente de seu tempo!

  30. natália permalink
    29 de novembro de 2012 1:54 pm

    cada um tem o direito de ler o que bem quer.. não é porque li algo sadomasoquista que sou sadomasoquista, não é porque tenho um amigo gay por exemplo que sou gay… rotulem como bem entenderem, mais cada um ler, ouve, fala, assiste o que quer… cada um tem o direito de ir e vir, e de fazer o que quiser, desde que esteja de acordo com a lei.. e o que tem demais 50 tons na lista dos mais vendidos? Coisa de gente mal amada, que não gosta de romance? Me desculpe mais só sendo… E quem garante que leitores destes livros ai acima não leram ou vão ler alguma dia 50 tons…

  31. 29 de novembro de 2012 1:56 pm

    É bom sabermos que não estamos sozinhas em determinadas opiniões. Não cheguei a ler os livros da trilogia, mas, como sou dona de livraria, ouço muitos comentários, então, para não cair nos clichês que ouço, me arrisquei a ler o primeiro capítulo do último livro. Foi o suficiente para compreender os burburinhos. É claro que corro o risco de ser linchada aqui por tirar conclusões sem tê-lo lido completamente. Mas sou leitora, leio muita coisa e, com isso, aprendi a ter um gosto apurado (e crítico) sobre o que escrevem. Minhas opiniões são as seguintes:
    1. Nada melhor do que uma fortuna “investida” em marketing para bombar no mercado editoral. Isso é essencial para o sucesso de um livro ou de qualquer outro produto que tenha como objetivo atingir a massa.
    2. No momento, não tenho dados estatísticos, mas a contar pelo que observo (quantidade de alunos universitários que (não) leem – sou professora também – ou pelos títulos que mais vendem na livraria), a maioria da população brasileira não se dá ao “luxo” de leituras constantes de qualidade. Quero dizer, com isso, que são raras as pessoas que se importam, de fato, com o que leem, quando leem. Ou seja, não somos um país de leitores.
    3. Penso também que a narrativa da trilogia pode servir como “fuga” para muitas mulheres, visto que, no momento da leitura, é natural que nos coloquemos no lugar dos personagens. Isso significa dizer que o livro proporciona momentos de ilusão, permitindo que a leitora faça parte de uma realidade muito distante da sua. E daí poderíamos entrar em outra discussão, que nos renderia muitas linhas (mas também poderia virar papo de comadre), sobre a qualidade dos relacionamentos conjugais.
    4. Por último, sobre as dicas de leitura, acho-as preciosíssimas. Mas é para a compreensão de poucas (com destaque para “a paixão segundo GH”).

    De qualquer forma (não posso ser hipócrita), tenho que admitir que. em partes, é em função dessa “massa” que as livrarias sobrevivem: há mais de 2 meses, a trilogia 50 tons de cinza dispara na frente entre os livros mais vendidos. Nossos funcionários agradecem, nossos credores agradecem, nossa conta bancária agradece, até mesmo o dono do prédio que recebe nosso aluguel agradece.

    Forte abraço, Márcia!

  32. Rita Bonifácio permalink
    29 de novembro de 2012 1:57 pm

    Marcia, a sua experiência diante do mundo literario é muito diferente de qualquer pessoa. Nossos gosto pela leitura difere por diversos fatores. Achei seu “recadinho” onfensivo para aquelas que gostaram e gostam do que é popular.

  33. vivianne nunes permalink
    29 de novembro de 2012 1:59 pm

    Sobre 50 Tons de Cinza … para criticar determinadas leituras é preciso tê-las consumido … como tudo na vida, para criticar é necessário conhecer … Se leu, és também uma vítima … li gostei e recomendei a amigas que há muito não liam … achei válido! e não me sinto otária …

  34. Paulo permalink
    29 de novembro de 2012 2:05 pm

    Será que isto é inveja de não ter alcaçanda o mesmo sucesso da Autora dos Cinzas, quem sabe vc não escreve Como ficar roxa de inveja?

  35. Mara permalink
    29 de novembro de 2012 2:06 pm

    Você é demais Márcia. Parabéns e graças a Deus que ainda existe vida inteligente neste país!!!

  36. Silvia Palhares Concha permalink
    29 de novembro de 2012 2:06 pm

    Marcia, você realmente é uma fofa!!!!

  37. Roberta permalink
    29 de novembro de 2012 2:18 pm

    Ótimas dicas!!! Gostaria que algumas “pessoas best sellers” que conheço, plagiando minha musa Clarice… rs…, lessem pelo menos um livro dessa lista… E quer maior plágio do que esse 50 Tons de Cinza?! Ninguém se lembra do “A História de O”??? Está aí a minha dica! Se é que você me permite… 😉

  38. 29 de novembro de 2012 2:22 pm

    Adorei a lista, ainda mais Clarice Linspector que todas as mulheres deveriam ler. Ela deve se revirar no túmulo, tais são as absurdas frases de auto ajuda que aparecem na internet em seu nome.

  39. Djeisan permalink
    29 de novembro de 2012 2:23 pm

    Viva a diversidade! Cada um leia o que trouxer prazer.. nada contra sua lista.. nem a favor…

  40. Danielle Rodrigues permalink
    29 de novembro de 2012 2:47 pm

    E não esqueçam… ” A mulher que escreveu a biblia”, de Moacyr Scliar.

    • Cristina Suncic permalink
      30 de novembro de 2012 12:54 pm

      “A mulher que escreveu a bíblia” é um espetáculo mesmo!!!

  41. Milena Almeida permalink
    29 de novembro de 2012 2:51 pm

    Que imbecilidade. Fica parecendo que se o leitor não leu algo do gosto da autora é um idiota. Preconceito literário é sem sentido num país em que a maioria da população não lê. Leio de tudo e quando não gosto, paro e parto para outro livro, não fico pregando besteiras na internet.

  42. isisalvarez permalink
    29 de novembro de 2012 2:53 pm

    Muito obrigada pela lista!! Com total certeza irei procurar esses livros!! Sua lista ganhou meu coração quando você descreveu 50 tons como “lamentável” (e claro, pela presença de Clarice!)!
    Beijos, Isis

  43. Aline permalink
    29 de novembro de 2012 2:54 pm

    Li o livro, gostei e não fiquei esperando nenhum principe bilionário. Não me senti nenhum um pouco otária… Indico a você a leitura de um livro chamado dicionário. procure la o significado de duas palavras que você precisa aprender o significado. A primeira é arbítrio e a segunda Respeito. Não gostei de um dos livros que você citou (Paixão segundo G.H) porém Respeito sua indicação e seu livre arbítrio… Fica a Dica .

  44. Paulo Vírgula permalink
    29 de novembro de 2012 3:03 pm

    Todo mundo diz que o brasileiro não lê livros com frequência. E não lê mesmo. Mas quando surge um livro que todo mundo lê, e vira hit nacional, podem se preparar: lá vem as críticas…a maioria de intelectuais. Já aconteceu com os livros de Paulo Coelho e está acontecendo agora com este 50 Tons…. Não sou fã de Paulo Coelho nem defendo 50 tons, nem poderia pois não li. Sou apenas contra qualquer tipo de patrulha, seja ela ideológica ou cultural. E mais uma dica: Leiam Proust e tentem passar da segunda página…

    • 30 de novembro de 2012 10:25 am

      Eu concordo com vc, Paulo Vírgula..
      As pessoas nao podem ditar o que devo e o que não devo fazer.
      Eu adoro José Saramago, por ex. e minhas amigas odeiam.
      Vou forçá-las a lê-lo??
      Ou elas irão me impedir de curtir a escrita dele, mesmo sem ponto e vírgula?…rsrsrsrsr
      Bom dia.

      • 30 de novembro de 2012 1:42 pm

        Mas a questão não é “ditar” a leitura dos outros. Pelo menos não da minha parte. Só que é exatamente o que a Indústria Cultural faz. Quem é leitor de “Lista de mais vendidos” (não estou dizendo que é o seu caso, por favor) está sendo compelido a ler…
        Realmente a censura à leitura alheia não é a minha questão.

  45. 29 de novembro de 2012 3:08 pm

    Acho que todo homem que se prese agradecerá por uma mulher que realmente leia tais obras.

    • clmm permalink
      1 de dezembro de 2012 4:17 pm

      Que comentário machista, credo…

    • carmen permalink
      1 de dezembro de 2012 8:29 pm

      Falou o machista!

      • 6 de dezembro de 2012 9:14 am

        E porque você acha que eu sou homem? Mulher não pode ser machista e nem ter preconceito? É muito legal isso, não? Você defini a vida toda de uma pessoa por um comentário rápido de 16 palavras. Eu me indigno sim, pois não importa o que eu faça, ou o que eu viva, onde eu esteja lutando e quem eu esteja defendendo. Até mesmo as pessoas que eu tento estar ao lado tendem a se voltar contra mim por causa do que eu tenho por fora.
        Você pode nascer macho ou fêmea, mas o tornar-se homem e mulher é um fator social, assim como ser masculino ou ser feminino.
        Posse ser machista?Posso sim, não estou por cima da carne seca. Sou falível também. Só quero não ser mal interpretado. Por favor, antes de vir e me chamar de machista quero que entende que algumas pessoas mesmo pensando diferente estão juntos de grupos reacionários para poder se aprimorar, e uma atitude preconceituoso contra quem tem preconceito é uma dupla violência, visto que quem já foi vítima deveria saber o quanto dói.

  46. Marina Bragheto Palomares Medeiros permalink
    29 de novembro de 2012 3:31 pm

    gostei demais de sua lista

  47. Teresa S permalink
    29 de novembro de 2012 3:33 pm

    Tive a infelicidade de ler esse livro. Como aquilo pode ser chamado de literatura. Nunca li aqueles romances baratos que eram vendidos em bancas na minha infância e juventude mas, muito provavelmente, são farinhas do mesmo saco. A conclusão é que a sociedade está emburrecendo.

    • 29 de novembro de 2012 10:12 pm

      Que honestidade a sua. Obrigada!

      • Helena Santos permalink
        30 de novembro de 2012 8:29 am

        Que interessante a Marcia só responde para quem puxa saco dela!!!!!!!!!!
        Ufaaaaaaaaaaaaaaaa ainda bem que não Li, Obrigado querida Marcia!
        Ufaaaaaaaaaaaaaa sou um robô de um sistema, que copia uma Filosofa Nitiana Sex symbol da TV Brasileira!!!

      • 30 de novembro de 2012 8:34 am

        Helena Santos, como está sendo agressiva. É comovente! E agora?

  48. 29 de novembro de 2012 3:37 pm

    Vou ler, um por um. Obrigado.
    Achei estranho as cinco autoras da lista, mas vou aproveitar a oportunidade para mandar o machismo as favas.
    P.s. Não li e não pretendo ler o ’50 tons de chocolates’.

  49. Rose permalink
    29 de novembro de 2012 3:46 pm

    Concordo plenamente! Adorei a lista! 😉

  50. Rui Lebre permalink
    29 de novembro de 2012 3:59 pm

    Gostei de conhecer estes bons livros de bons autores do Brasil!

  51. Rui Lebre permalink
    29 de novembro de 2012 4:00 pm

    Gosto imenso da literatura do Brasil em especial de Teatro1
    quero dizer peças de teatro de aurores brasileiros.

  52. 29 de novembro de 2012 4:04 pm

    Eu sugeriria também o “Casa dos Budas Ditosos”.

    • 30 de novembro de 2012 11:37 am

      É verdade! Não tinha lembrado deste. Eu recomendo também, para quem gosta do gênero, é claro.

  53. Chico Ribeiro permalink
    29 de novembro de 2012 4:10 pm

    É um livro erótico ora bolas… o valor intelectual pras mulheres é o mesmo de um filme pornô para homens. A possibilidade de um bilionário se interessar pela leitora comum é a mesma de um cara esbarrar com duas gostosas na rua e dar uma rapidinha com elas na esquina.

    Se for pra fazer crítica literária de conto erótico tem que fazer crítica cinematográfica de filme pornô também!

  54. 29 de novembro de 2012 4:16 pm

    Deprimente. Não a lista. São bons livros. Mas você se achar superior às leitoras do outro livro. E antes que pergunte, sim, li o livro no qual se segurou para tripudiar das, digamos “moças com merda na cabeça” citadas por vocês na expressão de sua autoria: “com descarga e tudo”. Triste mesmo é que até hoje eu nunca tinha ouvido falar no seu nome, e quando ouço, é dessa forma. Até poderia gostar de você, mas com um começo desse, não sei se vou. E já que provavelmente eu não virei mais aqui, obrigada pela lista sugerida, embora dos cinco já tenha lido três.
    Um abraço.

    • 29 de novembro de 2012 10:11 pm

      Sua agressividade é encantadora.

      • Marta Fonseca permalink
        30 de novembro de 2012 9:13 am

        Pois é, Márcia.. Foi isso o que eu quis dizer… sobre essa agressividade que esse seu texto acabou gerando nas pessoas – e o pior! – em ambos os tipos (os que concordam com você e os que não concordam). Fica aqui meu comentário apenas para sua reflexão… Será realmente necessário, nos dias atuais, quando procuramos cada vez mais formas de atingir a paz e a tranquilidade de nossas almas, que ainda escrevamos textos como esse, utilizando os termos que foram utilizados aqui…? Posso estar errada, mas está tão difícil a humanidade encontrar o caminho da amizade, que eu penso que se pudermos cada um fazer a nossa parte e escrevermos textos que ajudem as pessoas a se entenderem melhor, ao invés de gerar ainda mais inimizade e intolerância, já estaremos fazendo uma grande coisa. Eu acho que talvez você poderia ter expressado a sua opinião – da qual você tem total direito – de uma outra forma, menos agressiva, usando outros termos. Você é capaz disso, (desculpe, eu não precisava dizê-lo, mas eu quis).

      • 30 de novembro de 2012 9:21 am

        Expressarei, não a minha opinião, mas uma análise que vai além de meras opiniões hoje a noite.Vou postar algo melhor do que esta brincadeira.
        Confesso que não gosto da agressividade,mas acho que ela está sendo bem elaborada a partir disso. Se pudermos conversar para além da violência (seja ela de onde venha, das opiniões, minhas suas, ou da indústria cultural da qual o livro faz parte).
        Só que acho que vc continua agressiva.
        Ah, ando preferindo a guerra de ideias do que a paz de espírito, sabe? Bom, a gente vai falando…

  55. 29 de novembro de 2012 4:34 pm

    Obrigada pela lista.Infelizmente o mundo está envolvido com vampíros e príncipes.Bjs

  56. Marcos permalink
    29 de novembro de 2012 4:43 pm

    Apesar de ser um homem, ler alguma literatura de autoria feminina com uma mente diferente de Stephenie Meyer e Erika James sempre é bem vinda. Depois de ler muitos livros escritos por homens, é sempre é interessante ler histórias sob a visão delas.

  57. marcelo gomes permalink
    29 de novembro de 2012 4:52 pm

    Márcia, o único motivo pela qual assisti saia justa algumas vezes foi sua inteligência e, e antes que alguém me acuse de politicamente correto, ainda bem que você é bonita também. Me permita adicionar um livro em sua lista: Guia politicamente incorreto de filosofia, do Pondé (Ed. Leya). É antídoto obrigatório à alguns males atuais. Abraços, Marcelo Gomes

    • clmm permalink
      1 de dezembro de 2012 4:15 pm

      De Pondé, só podia ser incorreto, porque um cara que diz que índio devia pagar imposto, no mínimo é estúpido.

  58. Aline permalink
    29 de novembro de 2012 4:52 pm

    Eu indicaria também:
    A casa dos budas ditosos (João Ubaldo Ribeiro)
    O Segundo sexo (Simone de Beauvoir)

  59. Sem paciência pra esnobes permalink
    29 de novembro de 2012 4:56 pm

    Não entendo por que os metidos a intelectuais se incomodam tanto com o tal livrinho. Deixa o povo em paz ler o que lhe convém e leia vc a sua listinha tão metida a besta.

  60. Flavia permalink
    29 de novembro de 2012 5:01 pm

    Se sente objeto quem se coloca como; a capacidade que deveria ser mais apreciada no ser humano é a da flexibilidade (excelente sinal de inteligengia, por falar nisso), portanto, a capacidade de diversão, abstração e principalmente brincar com a mente, não deveria ser sinal de insensatez. 50 tons de cinza é divertido para quem sabe brincar, não para quem quer parecer inteligente.

    • Isabella Meneses permalink
      29 de novembro de 2012 10:35 pm

      Flavia, muito obrigada pelo seu comentário. Adorei “50 tons de cinza é divertido para quem sabe brincar, não para quem quer parecer inteligente”. Posso copiar? Abs.

      • Flavia permalink
        1 de dezembro de 2012 4:48 pm

        Claro!

  61. Gilca permalink
    29 de novembro de 2012 5:06 pm

    Hummm, bom pra colocar na listinha de possíveis presentes de natal. Ainda não li, nenhum deles.

  62. ba palis permalink
    29 de novembro de 2012 5:17 pm

    dos 5 da sua lista tenho comigo a hilst e a lispector
    não li os 50 tons mas não me acho no direito de rotular ninguem ate pq é preciso ler pra saber um abraço

  63. Renata permalink
    29 de novembro de 2012 5:52 pm

    Achei de muito mal gosto seu comentário, afinal foram 50 tons de arrogância…

  64. Daiana permalink
    29 de novembro de 2012 6:43 pm

    Pra você que se auto-intitula tão culta e devoradoraq de leituras classicistas, é uma pena que seja tão desrespeitosa com os outros leitores e com seus gostos literários.
    Toda forma de generalização é burra, disso você sabe não?
    Sua lista deve ser maravilhosa, mas com todo respeito, vindo de alguém que se julga tão acima dos outros e dedilha comentários tão ofensivos, não merece minha atenção.

    E como ouvi dizer por aí, seu recadinho, é típico de gente sexualmente frustrada. Sabe?

  65. 29 de novembro de 2012 7:00 pm

    Francamente,
    só porque uma mulher lê a trilogia de “50 tons de cinza” ela esta a procura de um bilionario sadomasoquista?
    Entao se eu ler “O Grande Sertão Veredas” quero me casar com Riobaldo?
    Seria muito bom se houvesse respeito á leitura do próximo.
    Não é você que está lendo,consequentemente, não é você que ‘perde seu tempo’,
    deixe as pessoas lerem o que quiserem, pois vivemos até onde sei numa sociedade livre, com liberdade de pensamento e livre arbitrio, se eu estiver errada, por favor me corrija.
    Use seu tempo escrevendo coisas realmente relevantes e não artigos para causar polêmicas.

  66. 29 de novembro de 2012 7:03 pm

    p.s. A leitura é pra ser leve e divertida, então porque não sermos um pouco menos inteligentes?
    Você nunca leu uma revista em quadrinhos? Virou criança por isso?
    Não entendi a parte em que você dia que é necessário ler sua lista de livros para recuperar a inteligência, qualquer tipo de leitura engrandece.

    • Carol permalink
      5 de dezembro de 2012 11:47 am

      Seu comentário desmerece bastante um gênero literário que está muito além de super heróis e da turma da mônica. Quadrinhos, ou graphic novels, podem ter uma forte carga dramática e serem muito bem escritos, aliás, muito melhor escritos que a porcaria do 50 tons.

  67. CAROLINE VASCONCELLOS permalink
    29 de novembro de 2012 8:00 pm

    NÃO ACREDITO QUE SEJA UMA LAVAGEM CEREBRAL ESSE LIVRO É SÓ UM OUTRO TIPO DE LITERATURA QUE VOCÊ DEVERIA RESPEITAR QUEM LÊ E CONHECER , GARANTO QUE IRÁ CONTRIBUIR MUITO PARA SUA ROTINA ENTRE QUATRO PAREDES É UM LIVRO PARA RELAXAR E CURTIR SE SOLTA MARCIA GARANTO QUE VAI GOSTAR
    RSRSR

  68. 29 de novembro de 2012 8:07 pm

    Não tive interesse nenhum em ler “Cinquenta tons…” e depois que fui a um debate literário sobre literatura erótica e fiquei sabendo o “best seller” é, na verdade, uma boa reprodução dos papéis patriarcais, bati o martelo e decidi NÃO LER MESMO. O seu cometário, Márcia, e a lista sugerida comprovaram que eu tomei a decisão certa. Obrigada.

    • Gressiely permalink
      2 de janeiro de 2013 11:17 am

      “O seu comentário, Márcia…”. Puxa, isso que é se deixar influenciar!!! Não havia comentado nada, até agora, mas esse comentário foi lamentável, com todo respeito a Márcia!

  69. Andreia permalink
    29 de novembro de 2012 8:15 pm

    Falar que certas mulheres são sem noção pq leu um determinado livro é mais do que preconceito, é total ignorancia. RESPEITO ACIMA DE TUDO.. E não preciso de dicas para “recuperar” minha inteligencia pq INTELIGENCIA NUNCA SE PERDE.

  70. 29 de novembro de 2012 8:26 pm

    São mais quatro livros na minha fila de espera, li este de Clarice nos idos de oitenta! O bom de ter sempre livros como estes da lista esperando para serem lidos é não ter sequer tempo para bobagens literárias. Eu desconfiava que se tratava de lixo, sua opinião confirmou minha suspeita. Obrigada! Já estou com saudade dos encontros no CCBB aqui em Brasília. Beijos.

  71. 29 de novembro de 2012 8:44 pm

    Amo pessoas inteligentes! Já te acompanhava em palestras aqui na Cultura em Porto Alegre, li teus livros e me nego a ler estes “bestas” sellers. Parabéns pela lucidez!!!

  72. Shirlene Aparecida Alves permalink
    29 de novembro de 2012 8:45 pm

    Vou ler todos, obrigada!

  73. 29 de novembro de 2012 9:33 pm

    Marcia, adorei seu texto. Sou sua admiradora e agora mais ainda. Abs. Bruna Gasgon.

  74. Isabella Meneses permalink
    29 de novembro de 2012 9:42 pm

    Hahaha… o melhor é ver que não aprova comentários com pontos de vista contrários… que fraude.

    • 29 de novembro de 2012 10:05 pm

      eu aprovo tudo meu amor

      • Isabella Meneses permalink
        29 de novembro de 2012 10:10 pm

        Puts, então deve ter faltado o que eu fiz às 12h58, que ainda está aguardando aprovação…

  75. 29 de novembro de 2012 10:07 pm

    Adorei esse post dos 50 tons de cinza, sobretudo as dicas de livros. Excelente dicas p minhas férias , obrigada

  76. Gláucia permalink
    29 de novembro de 2012 10:17 pm

    Báh… quanta mulher que já leu “50 tons…” Impressionante.

  77. Leonardo Lopes Zanon permalink
    29 de novembro de 2012 10:18 pm

    Concordo que o livro é fraco, contudo em geral no Brasil a população não lê nada, então caso leia esse livro e venha a gostar de literatura será um ganho. Com o tempo se melhora os gostos, ocorre algumas exceções claro, mas é um início. Vejo muitas pessoas que não gostam de ler e estão lendo esse livro, amanhã estarão lendo algo melhor. No dia que o povão ler Guimarães Rosa, Clarisse Linspector e outros excelentes escritores a dita elite dirá que cult é Paulo Coelho e E. L. James do tão polêmico 50 tons.

  78. 29 de novembro de 2012 10:20 pm

    O recado não é só seu,é meu também para essas leitoras freaks de 50 tons de cinza.

  79. Carla permalink
    29 de novembro de 2012 10:20 pm

    Arrogância literária. Transformando pequenos universos em uma guerra de ego. Porque se sua estante não for igual a deles,você é burro e seus livros não servem pra nada,exceto pra limpar a bunda.

    Humildade mandou lembrança viu? Receio que seu problema seja síndrome de malco. Malcomida 😉

    • 30 de novembro de 2012 8:45 am

      Sério? Vc deve ser leitora do livro. Por que preconceito desse tipo é o que ele vende. Esse tipo de expressão é misógina e preconceituosa: “malcomida”.
      Fico feliz que a minha brincadeirinha tenha mexido com alguém como vc que precisa aprender a pensar mais.
      E interpretar as coisas para além do seu umbigo de supostamente “bem-comida”. Desejo que isso – seja lá o que signifique – sempre resolva as suas questões teóricas e práticas na vida.

    • Fuzz permalink
      23 de janeiro de 2013 2:53 am

      Deprimente ver uma mulher usar esse termo “malcomida”, machismo partindo de uma mulher é sempre decepcionante, mas faz parte do pensamento da maioria, a mesma massa que consome aquilo que é empurrado goela abaixo sem que se perceba. Triste!

      Sexo pode ser ótimo! Mas independente de se tratar de um homem ou uma mulher, é o sexo que nos faz seres humanos melhores? Seguindo esse “raciocínio” o que realmente precisamos é fechar todas as escolas, faculdades, universidades, vamos destruir todas as fontes de conhecimento (nosso governo já está colaborando, destruindo a escola pública) e vamos todos para o pasto trepar como animais e nos “comer” uns aos outros, seríamos todos “bem-comidos” e isso aprimoraria nossa sociedade.

  80. 29 de novembro de 2012 10:23 pm

    Márcia, é bom ler esse tipo de literatura até mesmo pra saber o que se está criticando, olha só meu exemplo, consegui ler todos os livros da Saga Crepúsculo, pra poder criticar…mentira, não consegui não, ô livrim chato, não passei do primeiro. O mesmo vale para o livro em questão, as tais 50 matizes. Não acho que quem leia somente tenha sofrido a tal lavagem cerebral, mas quem leu e gostou, essa pessoa sim, precisa aprender a ler.

    Particularmente, o que me irrita nesse tipo de livro (esse, crepúsculo e afins) é a romantização barata de idéias extremamente carregadas de preconceito, que distorcem violências para justificá-las. Pergunto-me se eu escrevesse um livro sobre uma mulher aceitar um nazista independente dos crimes que ele comete (sim, porque afinal o amor justifica tudo: pedofilia, violência contra a mulher, etc), se seria bem aceito. Começo a achar que sim.

    • 30 de novembro de 2012 8:43 am

      Roberto, tem muito comentário lúcido aqui. Eu acho que vc acertou em cheio. Assino embaixo.

      • 30 de novembro de 2012 11:47 am

        Também acho que o Roberto comentou muito bem. Não podemos aceitar nenhuma forma de violência ou abuso na sociedade. Não quero propor uma inspeção sanitarista das práticas sexuais, mas cada um devia buscar isso por si próprio para entender o que os leva ao desejo e assim quem sabe poder viver uma vida melhor e mais lúcida.

    • Flavia permalink
      1 de dezembro de 2012 5:13 pm

      Volto a dizer o que falei mais acima: 50 tons de cinza é divertido para quem sabe brincar, não para quem quer parecer inteligente. E repito: uma das maiores provas de inteligência do Homem é a flexibilidade, portanto, ser capaz de brincar com a mente e transitar entre coisas diferentes é sinal de inteligência para mim. Não preciso jamais gritar aos ventos que também leio Lacan em francês para parecer inteligente (além dos 50 tons…). Isso é um típico pensamento elitista…

  81. Artur permalink
    29 de novembro de 2012 10:38 pm

    Adorei! O chato é esse povo que, mesmo com suas ótimas indicações, continua cego quanto à qualidade das coisas que lê. É inevitável a influência da leitura sobre os leitores, quando leio certos livros da Virginia Woolf, por exemplo, fico depressivo em pouco tempo (mesmo assim não deixo de ler tais belos exemplares); o tempo gasto com a leitura e a capacidade (por mais que nem todos consigam percebê-la) de transformação interior que cada livro proporciona são armas poderosíssimas e que podem ser usadas de maneiras catastróficas. A mulher que se prende à fantasias como “50 tons de cinza”, para mim, não é muito diferente das mulheres que, submissas a seus maridos e à realidade machista, prendiam-se à romances românticos de folhetins criados para o entretenimento débil das mesmas. As pessoas, e principalmente as mulheres com sede por ascensão social, se elas realmente quiserem alcançar cargos antes tidos como exclusividade masculina, devem livrar-se desse peso morto da ‘literatura’, que não nutre de maneira alguma seus intelectos e que não encara a vida da mulher contemporânea com seriedade.

  82. 29 de novembro de 2012 10:45 pm

    linda lista. vi o post mais cedo e voltei pra conferir a ladainha dos ofendidos. e que bacana ver que você aceita comentários contrários ao texto. viva a boa provocação!

    • 30 de novembro de 2012 8:42 am

      Eu acredito, aprovo e defendo a democracia! E realmente pus fogo no circo com uma brincadeirinha. Mais tarde, vou postar o estudo…

  83. 29 de novembro de 2012 10:45 pm

    …que bom que recomendas estas obras, salvas muitas leitoras de um mar de mediocridades…é um alento. Abçs…

  84. 29 de novembro de 2012 10:59 pm

    É, cada um lê o que quiser. Quem estiver a fim de pornografia, violência consensual, síndromes de pânico, consumo e linguagem cotidiana e BDSM real pode tentar ler o meu. Tem uma pequena entrevista minha aqui nesse blog, explicando sobre o meu tema. Eu achei uma merda, pois leio gente boa. Depois vocês me xinguem a vontade tb, não ligo.
    http://www.literaturadecabeca.com.br/2012/11/literatura-entrevista-conheca-historia.html

  85. Juliana permalink
    29 de novembro de 2012 11:03 pm

    Otário é quem lê e acredita em tudo o que lê! Otário é quem acha que sua vida é ficção! Otário é quem fecha a cabeça e acha que só andar contra a maré que é laegal. Qual o mal em ler e tirar suas próprias conclusões?

  86. Lais Flores permalink
    29 de novembro de 2012 11:52 pm

    Eu não consigo entender porque essas mulheres defendem aquilo que as oprime! Em primeiro lugar, o mercado editorial é opressor no momento em que nos impõe aquilo que, para ele, que deve ser lido. Assim, quem não lê um best seller é considerado um alienígena. A imposição dessa pseudo-cultura, criada por poucos em vez de construída pela sociedade como um todo, é muito perigosa. O mesmo ocorre com os filmes hollywoodianos, as músicas de rádio e assim por diante. São eles que dizem o que devemos ler, ver e ouvir. São eles que ditam o que é “in” no momento. E as pessoas simplesmente se submetem a isso sem qualquer reflexão!!! Desculpa, mas eu não vou ler um livro escrito por uma pessoa que só viu nele fins puramente econômicos!! Em uma entrevista, a autora disse que teve a ideia do livro quando eu Crepúsculo! Isso é ridículo! Quais são os formadores de opinião, de cultura literária e de gosto efetivo pelo pensamento puro e simples hoje em dia? Essas pessoas!! Isso é muito triste, minha gente!
    Em segundo lugar, o livro é extremamente machista. Nojento. A mulher se sobressai na condição de subalterna. Quem percebeu a ironia da minha frase anterior percebe como o livro é estúpido. Não, eu não o li; mas precisa?? É só o que as pessoas falam!! Além disso, a lista de livros que realmente importam é tão grande que não há tempo pra ler esse tipo de lixo. Livro serve pra engrandecer o ser humano e não para domá-lo, influenciá-lo, aniená-lo. Mas as pessoas já estão tão acostumadas a serem ovelhas num rebanho que até acham ruim quando alguém expõe esta condição. As pessoas tem que ler, sim, mas ler coisa boa! E ouvir música boa, ver filmes bons…se não, qual o sentido da vida?? Pra que viver para o lixo? Pq estamos tão acostumados a aceitar o que é ruim e emburrecedor? Nossa sociedade ta perdida…

    • 30 de novembro de 2012 8:41 am

      Lais, genial. Obrigada!

    • carmen permalink
      2 de dezembro de 2012 4:21 pm

      Lais, a indústria pode até ditar o que as pessoas “devem” ler, ver ouvir e etc, mas elas não são obrigadas a seguir, assim como vc decidiu não ler o livro. Não é uma ditadura, ainda. Agora, o que vc não pode é impedir que as pessoas queiram ler e ache que só o que vc lê, vê ou ouve é que é bom e o resto é lixo. Não seja tão prepotente e elitista quanto a autora do texto. Você está sendo maria vai com as outras.

    • dcarocas permalink
      7 de dezembro de 2012 3:12 pm

      Perfeito! Um abraço!

      • 7 de dezembro de 2012 3:18 pm

        Desconsiderar este comentário, erro de destinatária.

    • 7 de dezembro de 2012 3:16 pm

      Laís o comentário: Perfeito foi para o seu ponto de vista. Na hora de digitar errei o link. Abraço!

    • Gressiely permalink
      2 de janeiro de 2013 11:21 am

      “Não, eu não li, mas precisa?” Pra criticar, creio que sim!

  87. Mayra Moura permalink
    29 de novembro de 2012 11:56 pm

    o melhor comentário até agora foi o seu: Meu, acho que ofendi. Adorei os comentários no blog! (sem comentários…)

  88. Carmen permalink
    30 de novembro de 2012 12:00 am

    As vezes eu tenho vontade de ler essa trilogia, apenas pra poder criticar. Mas depois penso que não vale a pena gastar meu tempo com essa bobagem, é melhor tentar ignorar esse fenômeno. Não é fácil, já que o tempo todo tem alguém falando sobre essa baboseira, da mesma forma que falam de televisão, futebol, tecnologia e algum filme horrível que da muita bilheteria.
    Não sei o que mais me incomoda, se é falarem tanto, sinal de que é um entretenimento muito consumido, ou é por falarem bem. Acho que é mais por falarem bem, o que mostra como os seres humanos andam acríticos, ao ponto de não conseguirem discernir o que é lixo do que pode ter qualidade.
    Não vou fazer de conta que sou alguma intelectual ou coisa que o valha, gosto de ouvir Madonna, de assistir 007 e até li uma trilogia que gostei bastante chamada ‘Millennium’ (por sinal virou filme devido a tanto sucesso). Porém, por mais que eu goste dessas coisas é obvio que eu tenho mais de dois neurônios, o que me possibilita constatar que não se trata de obras de arte. Sei muito bem que musica de qualidade é Chico Buarque, que cinema bom é Hitchcock e foram os livros de filosofia que mudaram minha vida.
    O problema não está em achar divertido ler 50 tons de cinza, mas sim esquecer que se trata de entretenimento raso (o que é ótimo de consumir quando se está a fim de desligar o cérebro um pouco).

  89. 30 de novembro de 2012 1:05 am

    Marcia,
    Eu te conheci por Saia Justa, e muitas vezes nao tinha a mesma opniao que voce, mas sempre te admirei por lembrar que feminismo é coisa de todo o dia, e a ideia louca que mulheres devem ter os mesmos direitos que os homens. E te aplaudo por mexer neste vespeiro de 50 shades of WTF, pois o que mais me incomoda nisso tudo é um livro ruim, mal escrito, fanfic de Crepusculo, machista, misonegino, manipulador ser vendido como libertador da sexualidade feminina, obra feminista, icone atual e inovador da literatura erotica (o que nao é!). Uma coisa é o povo ler, nossa que bom! Outra coisa emburrecedora é as pessoas nao poderem refletir e criticar o que está sendo lido e clamado como ouro.

    Se a pessoa gosta, todo mundo tem “guilt pleasures”, mas nao venha defender este “romance” doentio e fraquissimo.Como ja foi posto aqui, foi um jogo de markenting brilhante, e a maioria foi levada na curiosidade.Tanto nos EUA como aqui, foi um auê de criticas comerciais e nao literarias impossivel. Nos poucos lugares que li algo inteligente e reflexivo, a maioria das mulheres agradeciam por achar uma outra opniao, pois se nao gostavam, ou eram atacadas pelas fans, e ainda eram cunhadas de pudicas.
    Essa foram as melhores criticas que vi:

    E já explico o video do Crepusculo. Conheci esta historia que originou 50 shades ha 3 anos; leio fanfics de varios fandons e as traduzo ha muitos anos. Essa foi uma que comecei a traduzir a pedidos, e ela era do fandom de Crepusculo, que ja tem seus problemas maximos em questoes de genero, e a cara de pau de copiar um classico feminista como Jane Eyre e transforma-lo em um exemplo de backlash e destruiçao da tradiçao literaria vampiresca. Pois bem, fanfics sao obras criadas pelos fans desde a decada de 60 em cima de obras favoritas suas, e para tanto, voce NAO pode lucrar com ela, voce abre mao de qq direito autoral e exploraçao de plots, personagens e fans alheios para poder posta-la nos sites especializados.

    A sra. James que tinha o penname de Snowqueens icedragon, mas conhecida como Icy, e sua fic “Master of the Universe (MotU),e fez grande sensaçao e muita confusao tambem. Ela tinha um ego gigante, perseguia quem a criticava com seus zilhoes de “fans”, tinha odio aos estrangeiros que ousassem traduzir sua fanfic pois “quem nao sabe ingles nem merece le-la”, e fazia bullying internacional digno de 5a serie.Ela tinha umaa fanbase propria doida que seguia a risca as palavras dela, qdo ela disse que estava na hora de capitalizar a brincadeira, todo mundo aplaudiu.Ou qse todo mundo. Porque como advogada, é totalmente quebra de copyrights esses livros, sao copias da saga crepusculo, muitas das passagens ou mesmo citaçoes, ela nem retirou!Ela tinha uma fanfic de centenas de capitulos, e ela nao corrigiu, nao editou, e a ganhacia, ela criou 3 livros; que com sorte poderiam ser meio.

    Nos EUA a critica foi maior, ao ela ter erros gramaticais e de concordancia basicos, manerismos e girias inglesas, e situaçoes inexistentes nos EUA mas comuns em UK. E isso é uma industria, fanfics que fazem sucesso e tem seu publico garantido, viram livros. Ha editoras especializadas nisso. Aqui uma lista do que ha apenas de Crepusculo, copias e copias da mesma coisa, e fazem sucesso:

    http://pandorafanficbox.blogspot.com.br/2012/11/pulled-to-publish-p2p.html

    A Icy sempre teve bons contatos com a vida profissional do marido dela, e uma fanbase grande via Crepusculo. Ela fez com que cada leitora dela comprasse seu livro na semana de lançamento, e com isso, a venda rapida foi tao grande que ela entrou na lista do NY times e chamou a atençao. Fandoms criam cumplicidade e lealdade, e nem que nao lia, cooperou na compra.Mas muitos foram contra pq ainda é lucrar em cima do trabalho alheio, e fanfics sao exercicios literarios, quem faz sucesso aqui, tem a decencia de ir criar seu proprio material original para lucrar em cima. Aqui ha outro problema pq BDSM era moda no fandom, e a Icy copiou diversas historias, alem de vazar que ela nem gostava tanto assim do original, mas saber que o fandom de crepusculo era uma mina para publicar livros… e por isso muita gente a odeia por ser tao hipocrita e passar de “mom” que fez tudo sozinha, e apenas falar que era uma fanfic (mesmo que ela diga que apenas começou assim) por pressao de quem conhecia a historia dela. Eu acompanhei os rolos que ela fez, e ela é pessima.

    Mas ok, pessimo carater ate Hemingway tinha. O problema com a obra é que desde ser uma fanfic ela tinha uma critica grande em como tratava os praticantes de BDSM, e foi uma das razoes que parei com a traduçao. E ela nao mudou nada no livro,
    A unica coisa que faz essa pratica nao ser violencia fisica e mental, é a estrutura de confiança e limites, e informaçao e palavra de segurança que se deve ter. Com as traduçoes, eu fui aprendendo sobre, e esta historia é horrivel. Ela perpetua o esteriotipo que praticantes sao loucos, mas lucra em cima das praticas. Ele nao é um dominante, e em nenhuma parte do livro isso é esclarecida, ele a pressiona, nao explica, mente ..E por outro lado, ela é pessima. Uma hora ele é o monstro, na outra ele é o homem mais perfeito do mundo, numa hora ela nao quer pq é perversao…mas nao outra ela implora ou mesmo o distrae com sexo. Puta que pariu.

    Sem falar a reproduçao da garota inferior…social, financeira,sexual, profissional, em auto estima, em um mi mi mi em 1a pessoal enloquecedor. Uma coisa é uma obra do sec XIX (que tinha heroinas mais forte que isso) que quebrava muitos tabus sociais e de genero, e outra é repetir este modelo sem adaptaçoes para o sec XXI e continuar nessa que um casamento salva uma mulher, e que esta mulher tem que mudar este homem.

    O que me deixa perplexa é o numero de amigas que gargalhavam da serie crepusculo e dos desenhos da Disney, e agora idolatram o Christian/Edward. WTF? Que se dizem independentes e feministas e bla bla, e tudo que querem é um homem possessivo que lhes leve de helicoptero ou para França, e lhes obrigue fazer sexo anal. E entao vem este movimento massivo dizer que isso é a fantasia de toda mulher e que mulher gosta mesmo de apanhar, que se ela diz nao é pq diz sim, e que toda mulher é interesseira, e o sucesso destes livros estao ai para comprovar.

    E por favor, as cenas eroticas que estao nos livros sao dignas dos livros de bancas que minhas tias velhas e minha mae liam. Fico com medo se uma geraçao de mulheres desconhecia isso e acha que é uma revoluçao. Ou se nao leu Sade, Muller, Pauline, Hilda…E acha que literatura erotica é so ter sexo grafico.

    NOTA: E antes que falem de elite desprezando a trilogia, ja tem mestrado em cima que mulheres de baixa renda tem nestes livros eroticos de banca sua fonte de fantasias sexuais. É muito mais uma faixa favorecida que pode gastar mais de 100 reais para ler uma historia. Sem falar que esta historia está de graça na internet ha 3 anos, apenas os nomes foram mudados. Viva a socializaçao da cultura virtual…mas nao.

    Nem se fosse um BDSM de verdade, seria algo revolucionario, pq o modelo D/s ja é bem batido, o homem que possue o controle total da vida sexual da mulher é algo tao antigo como a biblia, nao é feminista. Se fossem duas mulheres, ou uma dominatrix e um sub, ou uma Domme negra e um sub branco bi… E isso tivesse sido promovido pela midia, talvez teriamos algo a ser discutido como novo. E ninguem mais se ofende em dizer que esse pseudo eritica é “mom porn” ou “pink porn”? Como que se para mulher gostar de pornografia apenas se for café com leite e ruim e rosa. Aff.

    Sim, mesmo mulheres fortes e independedentes, tem suas máculas machistas, atitudes machistas, e ninguem quer que se aponte para isso, ninguem quer ser machista,,creio que aqui esta o problema de tanta gente incomodada. Machismo se desaprende, e as vezes temos coisas que achamos que escolhemos, mas foi nossa criaçao machista que nos ensinou que é assim. Otimo que estao lendo, otimo que estao lendo sobre sexo, mas pelo amor… reflitam o que estao lendo e comprando como libertador e feminista, porque eu estou cansada de ouvir esta patifaria, e ficarem empurrando isso como maravilhoso e do mesmo jeito que alguem gosta, voce nao pode nao gostar e ter argumentos sobre. Que seja a fantasia de quem for, mas assuma que é uma bem machista e retrograda, como ridiculo se espalhar numa universitaria que nao tem acesso a internet, que nem tem um computador disponivel…Numa historia que ela nem era do jornal da universidaed, nem tinha se preparado para entrevista alguma e ainda se vende que é uma mulher muito inteligente…Que fica remoendo o qto ele é melhor que ela, porque ele se interessa por ela…Caraca. E o cara faz uma cena no trabalho dela, compra a empresa porque ela ia viajar com o chefe, faz outro escandalo pelo sobrenome…É inacreditavel o nivel de machismo junto. E se as mulheres estao comprando isso como amor e compromisso, uma relaçao sem dialogo e limites… É uma questao a se pensar qual é a razao para tanto retrocesso.

    • Fuzz permalink
      23 de janeiro de 2013 3:14 am

      Esclarecedor, revelador, esse é o tipo de informação que as pessoas deveriam ter para avaliar melhor como se deu o “sucesso” do livro e a “originalidade” da autora.

  90. 30 de novembro de 2012 1:07 am

    Desculpe-me, o 1o link era para ser este video critica em portugues do livro:

  91. Maria permalink
    30 de novembro de 2012 1:14 am

    Não é por se tratar de 50 tons, (que eu não suportei ler até o final), mas muito me admira uma pessoa com tanto conhecimento, fazer declarações tão preconceituosas, tão generalizadas! Os livros nos transformam, nos tornam mais inteligentes e o hábito da leitura nos faz mais seletivos! Posso não ter gostado do livro, mas o fato de eu não gostar, não me faz concluir que as pessoas que gostaram sejam menos inteligentes!! O livro pode ser lamentável, mas temos o direito de escrever o que queremos, cabe aos leitores escolherem o que querem ler! E ler não faz mal pra ninguém! Pelo menos eu acho!

  92. 30 de novembro de 2012 1:14 am

    (Marcia, pode desconsiderar os comentarios anteriores, por favor? O video que eu queria nao estava sendo linkado, obrigada.)
    —————————————————————
    Eu te conheci por Saia Justa, e muitas vezes nao tinha a mesma opniao que voce, mas sempre te admirei por lembrar que feminismo é coisa de todo o dia, e a ideia louca que mulheres devem ter os mesmos direitos que os homens. E te aplaudo por mexer neste vespeiro de 50 shades of WTF, pois o que mais me incomoda nisso tudo é um livro ruim, mal escrito, fanfic de Crepusculo, machista, misonegino, manipulador ser vendido como libertador da sexualidade feminina, obra feminista, icone atual e inovador da literatura erotica (o que nao é!). Uma coisa é o povo ler, nossa que bom! Outra coisa emburrecedora é as pessoas nao poderem refletir e criticar o que está sendo lido e clamado como ouro.

    Se a pessoa gosta, todo mundo tem “guilt pleasures”, mas nao venha defender este “romance” doentio e fraquissimo.Como ja foi posto aqui, foi um jogo de markenting brilhante, e a maioria foi levada na curiosidade.Tanto nos EUA como aqui, foi um auê de criticas comerciais e nao literarias impossivel. Nos poucos lugares que li algo inteligente e reflexivo, a maioria das mulheres agradeciam por achar uma outra opniao, pois se nao gostavam, ou eram atacadas pelas fans, e ainda eram cunhadas de pudicas.
    Essa foram as melhores criticas que vi:

    http://www.youtube.com/watch?v=B5YxjzahLrg

    http://www.youtube.com/watch?v=o92hv7La9Sk

    http://www.youtube.com/watch?v=V8gpHK5orJQ

    E já explico o video do Crepusculo. Conheci esta historia que originou 50 shades ha 3 anos; leio fanfics de varios fandons e as traduzo ha muitos anos. Essa foi uma que comecei a traduzir a pedidos, e ela era do fandom de Crepusculo, que ja tem seus problemas maximos em questoes de genero, e a cara de pau de copiar um classico feminista como Jane Eyre e transforma-lo em um exemplo de backlash e destruiçao da tradiçao literaria vampiresca. Pois bem, fanfics sao obras criadas pelos fans desde a decada de 60 em cima de obras favoritas suas, e para tanto, voce NAO pode lucrar com ela, voce abre mao de qq direito autoral e exploraçao de plots, personagens e fans alheios para poder posta-la nos sites especializados.

    A sra. James que tinha o penname de Snowqueens icedragon, mas conhecida como Icy, e sua fic “Master of the Universe (MotU),e fez grande sensaçao e muita confusao tambem. Ela tinha um ego gigante, perseguia quem a criticava com seus zilhoes de “fans”, tinha odio aos estrangeiros que ousassem traduzir sua fanfic pois “quem nao sabe ingles nem merece le-la”, e fazia bullying internacional digno de 5a serie.Ela tinha umaa fanbase propria doida que seguia a risca as palavras dela, qdo ela disse que estava na hora de capitalizar a brincadeira, todo mundo aplaudiu.Ou qse todo mundo. Porque como advogada, é totalmente quebra de copyrights esses livros, sao copias da saga crepusculo, muitas das passagens ou mesmo citaçoes, ela nem retirou!Ela tinha uma fanfic de centenas de capitulos, e ela nao corrigiu, nao editou, e a ganhacia, ela criou 3 livros; que com sorte poderiam ser meio.

    Nos EUA a critica foi maior, ao ela ter erros gramaticais e de concordancia basicos, manerismos e girias inglesas, e situaçoes inexistentes nos EUA mas comuns em UK. E isso é uma industria, fanfics que fazem sucesso e tem seu publico garantido, viram livros. Ha editoras especializadas nisso. Aqui uma lista do que ha apenas de Crepusculo, copias e copias da mesma coisa, e fazem sucesso:

    http://pandorafanficbox.blogspot.com.br/2012/11/pulled-to-publish-p2p.html

    A Icy sempre teve bons contatos com a vida profissional do marido dela, e uma fanbase grande via Crepusculo. Ela fez com que cada leitora dela comprasse seu livro na semana de lançamento, e com isso, a venda rapida foi tao grande que ela entrou na lista do NY times e chamou a atençao. Fandoms criam cumplicidade e lealdade, e nem que nao lia, cooperou na compra.Mas muitos foram contra pq ainda é lucrar em cima do trabalho alheio, e fanfics sao exercicios literarios, quem faz sucesso aqui, tem a decencia de ir criar seu proprio material original para lucrar em cima. Aqui ha outro problema pq BDSM era moda no fandom, e a Icy copiou diversas historias, alem de vazar que ela nem gostava tanto assim do original, mas saber que o fandom de crepusculo era uma mina para publicar livros… e por isso muita gente a odeia por ser tao hipocrita e passar de “mom” que fez tudo sozinha, e apenas falar que era uma fanfic (mesmo que ela diga que apenas começou assim) por pressao de quem conhecia a historia dela. Eu acompanhei os rolos que ela fez, e ela é pessima.

    Mas ok, pessimo carater ate Hemingway tinha. O problema com a obra é que desde ser uma fanfic ela tinha uma critica grande em como tratava os praticantes de BDSM, e foi uma das razoes que parei com a traduçao. E ela nao mudou nada no livro,
    A unica coisa que faz essa pratica nao ser violencia fisica e mental, é a estrutura de confiança e limites, e informaçao e palavra de segurança que se deve ter. Com as traduçoes, eu fui aprendendo sobre, e esta historia é horrivel. Ela perpetua o esteriotipo que praticantes sao loucos, mas lucra em cima das praticas. Ele nao é um dominante, e em nenhuma parte do livro isso é esclarecida, ele a pressiona, nao explica, mente ..E por outro lado, ela é pessima. Uma hora ele é o monstro, na outra ele é o homem mais perfeito do mundo, numa hora ela nao quer pq é perversao…mas nao outra ela implora ou mesmo o distrae com sexo. Puta que pariu.

    Sem falar a reproduçao da garota inferior…social, financeira,sexual, profissional, em auto estima, em um mi mi mi em 1a pessoal enloquecedor. Uma coisa é uma obra do sec XIX (que tinha heroinas mais forte que isso) que quebrava muitos tabus sociais e de genero, e outra é repetir este modelo sem adaptaçoes para o sec XXI e continuar nessa que um casamento salva uma mulher, e que esta mulher tem que mudar este homem.

    O que me deixa perplexa é o numero de amigas que gargalhavam da serie crepusculo e dos desenhos da Disney, e agora idolatram o Christian/Edward. WTF? Que se dizem independentes e feministas e bla bla, e tudo que querem é um homem possessivo que lhes leve de helicoptero ou para França, e lhes obrigue fazer sexo anal. E entao vem este movimento massivo dizer que isso é a fantasia de toda mulher e que mulher gosta mesmo de apanhar, que se ela diz nao é pq diz sim, e que toda mulher é interesseira, e o sucesso destes livros estao ai para comprovar.

    E por favor, as cenas eroticas que estao nos livros sao dignas dos livros de bancas que minhas tias velhas e minha mae liam. Fico com medo se uma geraçao de mulheres desconhecia isso e acha que é uma revoluçao. Ou se nao leu Sade, Muller, Pauline, Hilda…E acha que literatura erotica é so ter sexo grafico.

    NOTA: E antes que falem de elite desprezando a trilogia, ja tem mestrado em cima que mulheres de baixa renda tem nestes livros eroticos de banca sua fonte de fantasias sexuais. É muito mais uma faixa favorecida que pode gastar mais de 100 reais para ler uma historia. Sem falar que esta historia está de graça na internet ha 3 anos, apenas os nomes foram mudados. Viva a socializaçao da cultura virtual…mas nao.

    Nem se fosse um BDSM de verdade, seria algo revolucionario, pq o modelo D/s ja é bem batido, o homem que possue o controle total da vida sexual da mulher é algo tao antigo como a biblia, nao é feminista. Se fossem duas mulheres, ou uma dominatrix e um sub, ou uma Domme negra e um sub branco bi… E isso tivesse sido promovido pela midia, talvez teriamos algo a ser discutido como novo. E ninguem mais se ofende em dizer que esse pseudo eritica é “mom porn” ou “pink porn”? Como que se para mulher gostar de pornografia apenas se for café com leite e ruim e rosa. Aff.

    Sim, mesmo mulheres fortes e independedentes, tem suas máculas machistas, atitudes machistas, e ninguem quer que se aponte para isso, ninguem quer ser machista,,creio que aqui esta o problema de tanta gente incomodada. Machismo se desaprende, e as vezes temos coisas que achamos que escolhemos, mas foi nossa criaçao machista que nos ensinou que é assim. Otimo que estao lendo, otimo que estao lendo sobre sexo, mas pelo amor… reflitam o que estao lendo e comprando como libertador e feminista, porque eu estou cansada de ouvir esta patifaria, e ficarem empurrando isso como maravilhoso e do mesmo jeito que alguem gosta, voce nao pode nao gostar e ter argumentos sobre. Que seja a fantasia de quem for, mas assuma que é uma bem machista e retrograda, como ridiculo se espalhar numa universitaria que nao tem acesso a internet, que nem tem um computador disponivel…Numa historia que ela nem era do jornal da universidaed, nem tinha se preparado para entrevista alguma e ainda se vende que é uma mulher muito inteligente…Que fica remoendo o qto ele é melhor que ela, porque ele se interessa por ela…Caraca. E o cara faz uma cena no trabalho dela, compra a empresa porque ela ia viajar com o chefe, faz outro escandalo pelo sobrenome…É inacreditavel o nivel de machismo junto. E se as mulheres estao comprando isso como amor e compromisso, uma relaçao sem dialogo e limites… É uma questao a se pensar qual é a razao para tanto retrocesso.

  93. Viviane Araújo permalink
    30 de novembro de 2012 6:37 am

    Nota 10 Isabella!

  94. Ana permalink
    30 de novembro de 2012 6:50 am

    Não generalize…vc está sendo preonceituosa….o livro em questão realmente não acrescenta nada, mas só o fato de ter conseguido tantos leitores num país de gente que não gosta de ler nem bula de remédio já é suficiente para considerá-lo. Seja mais tolerante…o mundo precisa disso….a intolerância é um dos maiores males da nossa sociedade.

  95. 30 de novembro de 2012 6:54 am

    Hahaha

    Vc é ótima, Flor!
    Mas algumas pessoas não vão entender (já deu pra notar) q a sugestão é só um pequeno leque para a imensurável Literatura – de verdade – q existe por aí; para q as mocinhas ((des)iludidas) não se restrinjam a apenas os tais 50 tons.
    Eu o li: é preciso ler para poder criticar. Foi a primeira coisa em q pensei. Pq, se tá fazendo sucesso, vamos descobrir por quê… resultado: riqueza de clichês, tradução horrorosa (ou não sei se é a autora q escreve assim mesmo…) e muitas páginas tão fúteis quanto o enredo.
    NADA CONTRA o erotismo, o sexo, o sadomasoquismo… cada um faz o q bem entende – assim como ler o livro é fazer o q bem se entende. Apenas tô cntg e não abro mão de q é preciso, sim, abrir o horizonte – a mente – dos leitores mais ingênuos.
    E acrescentaria “Um aprendizado ou O Livro dos Prazeres”, da salve-salve Clarice Lispector!

    Beijo

  96. Regina permalink
    30 de novembro de 2012 7:23 am

    kkkkkkkk eita mulher frígida…. deixa a mugerada ler o que elas quiserem … muitas só leram ate hoje livros de receita ou marie claire…. chega de rótulos……… com amor…. vai trepar!! kkkkkk

    • 30 de novembro de 2012 8:39 am

      Belo texto de deselegância da sua parte. A senhora realmente acha que “trepar” é uma receita para nosso tempo?

  97. 30 de novembro de 2012 8:45 am

    Ótimas sugestões. Sou profa de historia da arte e tenho algumas alunas lê dos essa trilogia de qui da dos cinzas, sugeri que fossem atrás dos clássicos about sexo e eerotismo, como anais nin, Henry Miller, George bataille entre outros,bjo pra vc. Dani Samad

  98. Silvana Gorniski permalink
    30 de novembro de 2012 9:17 am

    Bom, quando comecei a ler tal livro por indicação de familiar minha, logo comparei com Sabrina, Bianca e assemelhados, até tentei ir até o final, mas não deu, impossível continuar… e olha que sou paciente, hehehe

  99. Janette permalink
    30 de novembro de 2012 9:45 am

    Parabens por seus comentarios. Eu li o original em ingles porque comprei acreditando na propaganda da midia. Um lixo em todos os sentidos! A autora usou a estoria de Walt Disney com toques de sexo. Porisso as Cinderellas se encantaram. Mas eh um livro que nada acrescenta, ao contrario, passa uma imagem falsa da recuperacao de um bipolar que aprende a amar num passe de magica! Absolutamente literatura inutil!

  100. mauricio eloy permalink
    30 de novembro de 2012 9:48 am

    Oi Marcia…Existe um livro muito interessante chamado Amêndoa.

    Um romance erótico, de carácter autobiográfico, escrito por uma mulher árabe, originária de Marrocos, que reside, atualmente, num país do Magrebe. Com um título que, em francês (no texto original), soa a algo muito parecido com A Amante (L’Amante), A Amêndoa (L’Amande), simboliza também o órgão do prazer feminino. Um livro polemico, cujo título é, só por si, uma provocação.

    A Amêndoa pretende ser um manifesto do direito das mulheres árabes à sexualidade e ao prazer, numa sociedade que nega a autonomia e a liberdade de expressão femininas, com o objectivo de controlar essa mesma sexualidade. A intenção da Autora é a de tecer uma homenagem à antiga civilização árabe, onde o desejo era livre da noção de pecado e “onde dar e receber prazer era um dever do crente”.
    Por detrás do véu da repressão, a Autora mostra-nos o mundo da sensualidade perdida do Oriente ao propor-se narrar “uma estória de espírito e de carne”. E porque se trata, precisamente de uma estória de sexo e paixão, a Autora utiliza a literatura como catapulta para bombardear preconceitos e derrubar as barreiras que separam o corpo e a alma, o sagrado e o profano reconciliando, ao mesmo tempo, o erotismo, Deus e a Mulher.

    A Amêndoa é desenvolvido como um diário, ao explorar as emoções e sensações da jovem Badra, induzida, em plena adolescência, a abandonar a escola e a casar com um homem muito mais velho e a quem não ama. O marido é considerado pela família um bom partido e, sendo notário, usufrui de elevado prestígio social. É, por isso, cobiçado por muitas famílias que pretendem oferecer-lhe as filhas. Isto apesar de Hmed ter já rejeitado várias esposas alegando esterilidade.

    Saturada da brutalidade nas relações íntimas, levadas a cabo unicamente com o fim de proporcionar um herdeiro ao marido, a jovem decide abandonar a aldeia e refugia-se em Tânger, na casa da exuberantíssima e rebelde Tia Selma.

    É em Tânger que Badra irá descobrir o caminho da sua própria sensualidade e do efeito que esta provoca no sexo oposto. Lá conhece Driss, aquele que será o seu segundo marido, depois do suicídio do seu primeiro pretendente.

    Driss é médico, cardiologista, um cidadão do mundo que divide a sua existência entre Paris e Tânger.

    A linguagem é ousada, provocadora, com o objectivo de destruir pudores, fazendo por vezes lembrar o discurso de Henry Miller ou de Charles Bukovski. Apesar disso, as frases estão fortemente condimentadas com a paixão, a nostalgia e a saudade, o desprezo, a mágoa, o ciúme…

    É por este motivo que A Amêndoa não pode ser confundido com um manual de instruções sexuais, sendo antes a exploração de todo o espectro de emoções susceptíveis de afectar o ser humano.

  101. 30 de novembro de 2012 9:53 am

    Eu não sou uma mulher burra.
    Eu li o livro, inteiro, mesmo porque não deixo livro sem ler, e dele tirei minhas conclusões
    Eu nao achei um livro que eu indicaria, mas eu não posso dizer que ele não possa ser lido.
    Sabe aquelas pessoas que leem até bulas de remédios?
    Como ditar o que é bom e o que não é, para as outras pessoas?
    Não somos mais donos de nossas escolhas?
    Se vc leu e gostou, tudo bem.
    Se vc leu e não gostou , tudo bem, também.
    Isto o que vc faz é meio ditador.
    Tenham um dia feliz, crianças que leram e que não leram o tal livro, mesmo como o nosso dia aqui, com mais de 50 tons de cinza.
    Bom diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

    • 30 de novembro de 2012 1:44 pm

      Realmente concordo com vc. E eu não escrevi sobre “proibição à leitura”. Nunca faria isso. E somos sim, donos de nossas escolhas. Talvez seja a única coisa que tenhamos na vida.

  102. Helena Santos permalink
    30 de novembro de 2012 10:06 am

    “Ado preferindo a guerra de ideias do que a paz de espírito, sabe?”
    É Marcia os Terrorista também preferem assim!

    Bjos!

  103. Mariana Lince permalink
    30 de novembro de 2012 10:20 am

    lindas sugestões. Poso adicionar Martha Medeiros? Os outros, amei!

  104. 30 de novembro de 2012 10:31 am

    Eu li o livro, não gostei, mas não sofri nenhuma lavagem cerebral. E ao fim que se destina esse gênero, que é entreter, ele até cabe.
    Pra quem já tem o hábito de ler e já conquistou um senso crítico, a trilogia é ruim, mas esse tipo de escrita, mais simples, serve como iniciação na leitura pra algumas pessoas que ainda não tem esse hábito, então também merece respeito.
    Mas boas indicações são sempre válidas.

  105. Aída permalink
    30 de novembro de 2012 11:14 am

    Como bem disse um dos comentários: “a ladainha dos ofendidos”. rs
    Acredito serem válidas esse tipo de “cutucadas”, como a da Márcia.. que geram esse tipo de desconforto.. que fazem pensar. A “opinião contrária” sempre causa um rebuliço tamanho!
    Quem é a favor pode gritar aos quatro ventos, e quem é contra não pode também expressar-se livremente? Vale a reflexão.

    “Ah, ando preferindo a guerra de ideias do que a paz de espírito, sabe?”
    Assinando embaixo.

  106. Gertrudes permalink
    30 de novembro de 2012 11:48 am

    Ainda bem q vi alguem criticando os 50 Tons de Cinza. Pensei q eu era a única q tinha achado mto fraco.

  107. camipereira@uol.com.br permalink
    30 de novembro de 2012 12:42 pm

    Concordo plenamente com o Targino Junior. Li os 50 Tons de Cinza e não estou a procura de um Christian Grey. A questão da influência é muito maior que uma leitura e o post seria mais bem aproveitado se só indicasse livros para a leitura.
    Ninguém precisa de aprovação ou desaprovação para escolher suas leituras e seria muito interessante o respeito pelo gosto alheio.
    Diversidade é isso.

  108. Mariana permalink
    30 de novembro de 2012 12:43 pm

    Parabéns pela sua coragem em não ser politicamente correcta!!!
    Continue pensando e criticando ferozmente, o mundo agradece essa raridade!

  109. 30 de novembro de 2012 12:53 pm

    Acho que vc perdeu a noção em generalizar e julgar de forma tao baixa uma trilogia revolucionaria. Talvez a vida frustrante ou o tédio do dia a dia influenciaram mais a vc do que o conteudo fantastico do livro. Que mulher nao quer ser desejada e saciada sexualmente como no livro? E só por isso sao burras e ignorantes? Minha querida, seu conteudo cultural pode ser otimo, mas suas criticas e formas de expressar sao péssimas, vc foi infeliz demais no seu post. Eu li, recomendo, e posso ler qualquer coisa, o que vale é ter conhecimentos e poder discutir todos os tipos de assuntos.

    • 1 de dezembro de 2012 11:42 am

      “Trilogia revolucionária”, certo. J.R.R. Tolkien fez uma trilogia revolucionária. E.L. James, não.

      • Zan permalink
        1 de dezembro de 2012 6:06 pm

        Revolucionária para você que nunca leu nada e nem sabe para que serve uma generalização.

  110. 30 de novembro de 2012 1:02 pm

    não sei o que é pior: um livro ruim ou as pessoas que o defendem

  111. 30 de novembro de 2012 1:09 pm

    Abram os olhos da percepção,a crítica aqui feita vai além do censo comum é social,politica e filosóficas!Vamos construir um mundo sem alienação!
    Parabéns Marcia!

  112. 30 de novembro de 2012 1:21 pm

    o problema nao eh ler 50 tons de cinza, o problema eh SOH ler 50 tons de cinza

  113. Mariana permalink
    30 de novembro de 2012 1:49 pm

    O povo adora vir dar lição de moral.Todos uns moralistas.
    Graças a deus que existe liberdade de expressão, para podermos ler textos como os seus. A sua mente pensante é brilhante. Obrigada.

  114. Cris Klamt Kuhn permalink
    30 de novembro de 2012 1:51 pm

    De tanto ouvir e ler sobreo o livro decidi comprar. Não passei da página quarenta e pouco ….. Não tenho nem adjetivo para falar do livro, da história, sei lá, mas não combinamos. E olhe que não sou de largar livro no meio.Sempre penso comigo, quem mandou começar o autor não tem culpa se escreveu um abacaxi 😀

  115. Junior Bonora permalink
    30 de novembro de 2012 2:24 pm

    Então eu vou fazer uma lista de música erudita para o pessoal que ouve funk carioca aqui na periferia se conscientizar também. Oh wait…
    Criticar é uma coisa (analise profunda), achar que é o
    a profeta iluminada que vai levar a “bela arte” para as massas já é uma viajem estratosférica.

  116. Marcio , O LINDO permalink
    30 de novembro de 2012 2:59 pm

    Esse tipo de leitura é pra mulherzinha que não vive sem homem! Ou que só pensa em homem Rsrs!

  117. Zé Luiz permalink
    30 de novembro de 2012 3:16 pm

    Não deixarei aqui minha opinião sobre o tão falado livro…
    Exceto para as pessoas que não aceitam opiniões diferentes e utilizam de argumentos grosseiros e até hostis, este blog abriu espaço para algo difícil de se ver, principalmente na Internet, que é a possibilidade das pessoas debater e com isso desenvolver cada vez mais seu senso crítico e sua capacidade de aceitação em uma sociedade multicultural.
    Um espaço sem vencedores ou perdedores, sem opiniões certas ou erradas, mas contribuindo para o aprendizado cultural de muitos.
    Pena algumas pessoas não saberem aproveitar esta oportunidade.

  118. 30 de novembro de 2012 3:32 pm

    Quanta polêmica! É nesses momentos que percebo o quanto viajo por além-mundos em certos aspectos. As pessoas embarcando em 50 Tons de Cinza, e eu voejando pelos ares da Virginia Woolf. Sei muito pouco a respeito do mesmo, e o fato de ele ser muito popular não me incomoda, mas degrada o meu apetite literário. Desses que a Marcia indicou, só li A Paixão segundo G.H., da Clarice… Na minha percepção, muito intenso. Almejo, ao menos, um tom de sentido para a minha vida… Já é o suficiente.

  119. 30 de novembro de 2012 4:05 pm

    Hum. Li o recado da Márcia, as dicas e metade das críticas. Então, o problema dessas coisas tipo ‘não sei quê da pipa’, ‘no monte assim assado sentei e chorei’, ‘a menina que roubava livros’, etc, só tem um probleminha: os escritores escrevem mal demais. Acho que a Márcia deu ideias pra não perdermos nosso tempo precioso, só isso. Mas teve um troço engraçado, que foi a insinuação de que a Márcia tava sendo isso ou aquilo. Bobagem. Li Paulo Coelho, li a Menina que roubava livros e li Márcia Tiburi. Não tem discussão: os livros da Márcia são livros, os outros são outra coisa. Se uma melodia é péssima, algumas vezes somos salvos por um ritmo que faz dançar ou um arranjo delicioso. Quando lemos um livro não é assim. Se o livro é ruim, fodeu, não dá pra achar outra utilidade nele.

  120. 30 de novembro de 2012 4:11 pm

    Ah, tem uma coisa aqui que também foi legal. Uma moça que disse que a Màrcia foi agressiva e que pede desculpas pela propria agressividade, dizendo que foi provocada pela forma que a Márcia falou. Cara, vocês já repararam como essa história de não poder ser agressivo e ter o dever de se controlar virou outra coisa? Uma espécie de utilitário anti-gente? Depois da revolução industrial, que tanto foi comentada, trabalhos mecânicos, crianças e mulheres em condições insalubres, etc., pensem na nossa época. Trabalhamos, estudamos, não temos permissão (tempo) pra ver nossos amigos e parentes, temos que ser os melhores, nossas discussões devem ter alto nível ou não interessam, enfim, nos tornamos parafusos pensantes e nos apertam com ferramentas. A não-agressão é uma delas?

  121. Lexx permalink
    30 de novembro de 2012 4:55 pm

    Acho engraçado que o crítico que critica o crítico nunca leu nenhum dos lívros. Apenas quer criticar quem critica…

  122. Jonas permalink
    30 de novembro de 2012 5:33 pm

    Os livros acima podem até ser essencias, mas a vírgula na frase “Os livros abaixo, são essenciais…” não é.

  123. Zan permalink
    30 de novembro de 2012 5:49 pm

    Para ser curto e grosso: o livro em questão é um lixo mesmo e, além de mal escrito ainda foi mal traduzido. Acho engraçado o povo falando bobagens do tipo “respeite minha opinião” ou “cada um lê o que quer”, ou seja, “não deve haver discussão porque não tenho argumentos, me deixe em paz com meu livrinho tosco que penso ser literatura.” Está na moda essa coisa de “cada um, cada um”, ninguém pode criticar mais nada porque “ninguém tem razão e a verdade é subjetiva”. Até os tapados do MEC entraram nessa ao excluirem a nota da redação do ENEM (daqui a pouco vai ter gente escrevendo casa com “z” sob a afirmação de que esse é seu jeito de escrever). Outra coisa engraçado são os insultos endereçados à Marcia: malcomida, invejosa, intelectualoide. Por quê? Só porque ela quer que as pessoas pensem um pouco mais e leiam livros mais profundos, difíceis e bem escritos? Chamar uma mulher inteligente de malcomida é o único recurso das burrinhas…

  124. Jan permalink
    30 de novembro de 2012 9:11 pm

    Da mesma forma que a Márcia crítica Cinquenta Tombos de Pinga, a patrulha da tolerância critica a Márcia por fazer o que ela faz de melhor, pensar e colocar em pauta sua opinião. Ora, vcs nao sao tolerantes?Tolerem a opiniao da Márcia. Como todo bom samaritano, perdoe.

  125. Leila Loureiro permalink
    30 de novembro de 2012 11:23 pm

    50 tons é o ‘ai se eu te pego’ da literatura, ups, do mercado editorial. Fiquei com tanto tesão, mas tanto tesão, que vou ali vestir minha calinha bege furada pra ver se esse Grey é tarado mesmo…afff rsrsrsrs

  126. Thiago permalink
    1 de dezembro de 2012 1:37 am

    Comparo o livro a novelas da Globo…. entretenimento de massa na maioria das vezes sem conteúdo!

  127. Bia Santos permalink
    1 de dezembro de 2012 7:30 am

    Não li a trilogia. Enquanto tiver esse burburinho, não vou ler. Assim como só assisto a filmes que ganhou Oscar, uns dois anos depois.
    Quanto a livros, ou qualquer outro gênero de ficção, costumo dizer que o que importa é o jeito como a história é contada. Meu avô era analfabeto e contava histórias perfeitas de terror, no cenário composto pelo jogo de sombras do lampião de querosene, no sítio nos cafundós de Minas.
    Eu gosto de qualquer história, até daquelas bufantes da vida real, contadas pela passageira do banco de trás do busão.
    Não tenho muita argumentação filosófica para indicações sobre literatura. Mas acho que vale a pena ler “A visita Cruel do tempo”, em que a escritora Jenniffer Egan inova um tema recorrente, proporcionando uma obra ímpar.
    Não é um campeão de vendas, mas é instigante e inovador.

  128. Livia permalink
    1 de dezembro de 2012 7:37 am

    eu tb acho que a trilogia não é nenhuma obra de arte, mas sabe do que mais ?? Só de muitas pessoas estarem interessadas em ler um livro isso já é um avanço… Bem melhor do que gastar horas na internet ou em frente a televisão. e vem cá… se as mulheres querem um príncipe encantado, qual o seu problema com isso ?? Já pensou que muitas das leitoras dos 50 tons tem maridos ou companheiros despresíveis e reservam o tempo da leitura pra sonhar ?? Nunca achei que sonhar fosse coisa de ignorantes..

    • Zan permalink
      1 de dezembro de 2012 11:36 am

      Pois é…as madames Bovarys da atualidade.

    • Eduardo permalink
      17 de dezembro de 2012 10:51 am

      “Já pensou que muitas das leitoras dos 50 tons tem maridos ou companheiros despresíveis e reservam o tempo da leitura pra sonhar ?? Nunca achei que sonhar fosse coisa de ignorantes..” — sonhar é bom, realizar mais ainda. Essa idéia de que um “companheiro desprezível” deve ser suportado ou que a fantasia é alívio para a violência me parece justamente a idéia misógina (ou machista, nunca sei direito quando usar o termo certo) que esses livros estão vendendo. E aí reside a crítica que fere tanto quem comprou essa idéia…

  129. 1 de dezembro de 2012 8:23 am

    Adoro ler e confesso que disse a mim mesma que não iria ler essa porcaria!!!! Porém, o furor da leitura desse livro pela mulherada (onde quer que eu ia tinha uma mulher lendo) me deixou curiosa a tal ponto de voltar atrás e querer ver e tentar entender o que era esse fenômeno.. Acabei de ler o primeiro com muito sacrifício pois realmente a qualidade literária é zero!!! Minha singela conclusão é de que o livro vende e faz sucesso porque ainda traz a velha fórmula dos contos de fadas: O PRINCIPE ENCANTADO…..um homem jovem, lindo, rico e poderoso, que envolve a mulher com presentes caros e finos, que a leva pra voar de helicóptero, de planador e o caramba e que faz um sexo diferente do que a maioria da mulherada faz por aí. PRONTO…. A FORMULA DO SUCESSO!!! Pena que eu, tão exigente que sou comigo mesma, não tive essa brilhante ideia!!!!

  130. Aline Menezes permalink
    1 de dezembro de 2012 9:45 am

    cara… eu lia trilogia, já li diversos livros, deixe as pessoas lerem oque quiserem… Achei até muito interessante o burburinho dos 50 tons.. várias pessoas q eu conheço que nunca pegaram em um livro se renderam a trilogia. Quero ver também todos aqui deixarem de assistir a novela das 8, bbb e etc… menos hipocrisia galera.

  131. David permalink
    1 de dezembro de 2012 10:35 am

    Ótima Crítica, diferente da onda de “liberdade de expressão e direito do ler o que se quiser” iniciado por um comentário, sabemos que o coletivo tem o significado das atribuições ditas como individuais. 50 tons de Cinza é retrógrado e limitado como as representações humanas vistas em novelas.

    • clmm permalink
      1 de dezembro de 2012 4:03 pm

      David, se vc sabe disto é porque leu. Liberdade de expressão não é onda, é um direito conquistado a duras penas neste país. Limitado é fazer esse tipo e declaração retrógrada. Não queira tirar a liberdade dos outros nem reduzí-los a imbecis. Eu não li o livro e nem quero lê-lo, mas nem por isso vou condenar que o faz. Não queira ser tão superior.

    • carmen permalink
      1 de dezembro de 2012 7:28 pm

      David, ainda bem que ainda vivemos num país que permite a liberdade de expressão. Já saímos da ditadura, lembra? Se vc acha retógrado e limitado, deve ter lido e, também deve ver novelas. Eu não li o livro, não vejo novelas, mas não vou limitar o direito de quem o faz. Quanta prepotência em uma única opinião! Você deve ser contra a imprensa livre também.

  132. Fabiola permalink
    1 de dezembro de 2012 1:27 pm

    Eu li o livro. Penso que a autora tinha uma boa temática (lógico que não inédita) poderia ter construído personagens fortíssimos (o que implicaria em não haver final feliz), mas escolheu fazê-los superficiais.
    Como já foi dito inúmeras vezes o livro é só, somente só diversão, e nunca, de jeito algum, literatura. Realmente é puro clichê “psicológico”, mal escrito, repetitivo, fútil, fraquinho para quem está procurando maiores excitações, etc.
    Não acho que seja um ataque ao feminismo – e bom lembrar que o jogo é consensual e pode ser invertido para qualquer lado. SEXO/LIBERDADE soa BEM e cada um escolha sua expressão. Lamento apenas a imensa espera pelo príncipe, afinal existem muito ogros aí cheios de tesão para dar (é verdade).
    Do BooM Cinquenta Tons de Cinza ou de qualquer outro que descortine o tema SEXO, PRAZER, DESEJO espero apenas que as pessoas possam pensar o que fazem ou poderiam fazer para viver os seus desejos. Parece que é exigir muito dos entusiastas, mas se alcançarem a VIDA agradece. Ponderem em viver os seus desejos e sendo com profundidade – ótimo.

  133. 1 de dezembro de 2012 7:35 pm

    vou ler o da Hilda Hilst.

  134. Anderson Mahanski permalink
    2 de dezembro de 2012 12:59 am

    Márcia, você falou muito bem! O livro só vende por um simples motivo: as pessoas costumam fazer apenas aquilo que todo mundo tá fazendo! Vou ilustrar o que digo: Se um dono de uma loja colocar em sua vitrine com letras garrafais “Queima de Estoque”, as pessoas vão lá comprar as coisas sem pestanejar, nem ao menos ver se os preços realmente são mais baratos. É bem por aí o que acontece com esses 50 tons de cinza. Fenomeno de Marketing. E só.

    • 2 de dezembro de 2012 8:15 am

      Eu realmente acredito nisso. Nietzsche, que era uma sábio, dizia que a verdade pega por repetição. A publicidade sabe disso. Somos seres humanos e, enquanto tal, símios que imitam uns aos outros. Nestes casos, a racionalidade questionadora só atrapalha…

  135. Fernanda Baggio permalink
    3 de dezembro de 2012 8:28 pm

    Well, convenhamos, E.L. James está para a Literatura assim como Marcia Tiburi está para a Filosofia. É tão consumível quanto e não vejo problema algum nisso.

    Sem agressividade alguma, só gostaria de lembrar que o que importa é o hábito da Leitura e não o que se lê. Achei de uma intolerância nível 10 numa escala de 10 definir as leitoras como “mulheres sem noção de Literatura”. E que sejam! Qual é o problema? Elas precisam ser esbofeteadas desse modo?

    Com amor, um recadinho fofo, Márcia: os leitores brasileiros devem ser aplaudidos, não açoitados.

    Trabalho com livros há 18 anos e sei como esses fenômenos são incríveis, eles dão a chance de pessoas visitarem uma livraria pela primeira vez e se deparar com todo um universo novo, ainda intocável para elas… E sabe o que mais? As leitoras de 50 tons andam procurando por Thomas Hardy, pois – salvo engano – Tess of the d’Urbervilles é citado várias vezes na trilogia. E aí? Devemos jogar Thomas Hardy pelo vaso sanitário também?

    Que tal sermos mais humanos? que tal respeitar os gostos? que tal criticar apenas a obra, não seus leitores?

    Enfim… apenas uma reflexão sobre um texto que me causou uma tristeza enorme pela postura arrogante e infantil da autora. Obrigada.

    • 4 de dezembro de 2012 6:50 pm

      Cara Fernanda, o que a autora quis fazer ao criticar com este humor amargo a tantos, pois é próprio dos gênios, foi justamente o que ela está conseguindo, acordar a mulherada do estado de torpor que o livro provoca no público feminino, na sua maioria. Com seu texto ela colocou uma mosquinha zunindo dentro das cabeças destas mulheres. A sua reação, como a de muitas aqui é um sinal de que há salvação! Falando com desapego, você não acha que se, estas mulheres tivessem 100% de certeza da qualidade e eficácia da obra em questão, bem como, de sua (delas) inteireza não digo nem crítica, mas emocional, você não acha que a reação seria mais amena? Ou nem existiria?! Quem se importaria com o que diz a Professora Doutora em Filosofia Márcia Tiburi se tem certeza da grandeza do que se gosta e o porquê de se gostar? O pior é que estão batendo nela sem dó nem piedade, logo ela que só trava batalhas com idéias e discursos com o propósito de fazer pensar! Quando eu tinha catorze anos eu lia muito Neimar de Barros, e, já na universidade citava esta leitura como parte de minha biblioteca juvenil, sofria verdadeiro bulling, mas, eu nem ligava, por se tratar apenas de um entre as dezenas de autores que eu lia naquela época. Hoje eu não tenho nenhum livro deste autor, não sei se ele ainda escreve, mas, eu tenho TODOS os livros da Tiburi e torço todo dia para ela ter muita inspiração para escrever, pois, como dizemos na Paraíba, a ‘bichinha’ tem o dom. Pieguices à parte leia Magnólia, depois conversamos. Abraço.

      • carmen permalink
        9 de dezembro de 2012 9:24 pm

        dcarocas, como vc é puxa saco, caramba! Marcia é um gênio? É, tenho ouvido muito falar dela nas rodas de filósofos importantes, rsrs. Prof., doutora, nossa, impressionante. Enxuga a baba. Que ridículo! O que diria de Simone de Bouvoir. Gênio é Einstein. Marcia escreve bons livros, nunca me interessei em lê-los. Acho-a antipática. Não duvido da competência dela, mas ouvindo-a no saia justa achei-a arrogante e não gosto de gente assim. Mais uma vez ela dá mostras dessa arrogância neste comentário grosseiro e de mau gosto. Você fazer a crítica a um livro e achá-lo ruim, eu concordo, mas você atacar, diretamente`aos leitores é, no mínimo, falta de respeito. Você , como sem personalidade que é, acha que ela tem direito de ser “formadora” de cabeças, como se todos fossem imbecis e ela a grande sábia. Pense por você mesma, ou você não é capaz disso? Só faz o que a Marcia diz, é isso? Tenho pena de você. Sei que não é um bom livro e nunca quis lê-lo, mas daí a sair chamando os outros de descerebrados são outros quinhentos.

    • Rita Bonifácio permalink
      6 de dezembro de 2012 2:54 pm

      Fernanda, perfeito seu comentário. Numa outra oportunidade, fiz um comentário a Marcia, sobre o post em relação ao aborto. Critiquei a personalidade dela em meu comentário, a chamando de ignorante, todavia minha intenção era criticar a opinião dela e não a persona. Mas como boa ouvinte e como um ser humano com EGO ela se sentiu ofendida.
      Então concordo com você quando diz: “que tal criticar apenas a obra, não seus leitores?”
      A Marcia quer trazer a discussão de idéias entre as pessoas, mas de forma totalmente agressiva e arrogante. Contudo os comentários visto aqui são a maioria, ironicos e agressivos também. As vezes admiro demais a Marcia, quando ela nos dá o ar da graça de sua inetligencia, amorosidade e alegria. Mas muitas das vezes ela é irritante, pois debocha do SER humano e não de suas manifestações.

      • dcarocas permalink
        11 de dezembro de 2012 4:10 pm

        Cara Carmen, para você ver que tomar as dores de outro pode ser, além de uma questão de gentileza, uma comunhão de opiniões, é que eu respondi para a Fernanda e foi você quem replicou! Sem problemas, além de cordial com àquela você demonstra que concorda com a Fernanda. Quanto ao que você pensa ao meu respeito, sinta-se mais livre do que você já foi até agora, pense o que quiser. Eu não espero que você concorde comigo, se divergimos no X da questão que é o PENSAMENTO TIBURIANO. Mas, desejo do fundo da alma que o maior número possível de leitoras do livro que gerou toda esta polêmica, alargue seus horizontes com leituras que realmente valham a pena. Apaixonemo-nos pela boa leitura! Exercitemos nossos cérebros! Amemos os inteligentes pois, o mais perto que podemos chegar do inferno em vida é o convívio com a mediocridade!

  136. Jacqueline Chaves permalink
    4 de dezembro de 2012 12:47 pm

    Ahhhh …esqueci de mencionar que também não li o livro.

    • carmen permalink
      12 de dezembro de 2012 5:30 pm

      dcarocas, para encerrar toda essa polêmica, lhe respondo que você é mais arrogante do que Marcia Tiburi, além de elitista e preconceituosa. “Amemos os inteligentes… inferno da vida é o convívio com a mediocridade.” Genial! Você chama os leitores que não leem os livros indicados por Marcia ou por quem ela considere “intelectual” de medíocres e que não se deve conviver com eles. Eles são escória, sem valor, ignorantes, o inferno em vida,como você diz. Você despreza essas pessoas e se sente superior a elas. As pessoas inteligentes merecem sua atenção, fazem parte de sua rodinha elitista. Quanta prepotência. Você me dá asco. Você é medíocre de alma.

      • dcarocas permalink
        13 de dezembro de 2012 7:13 pm

        Cara Carmen, abrande este coração! Sei que você é uma alma boa ou não tomaria as dores de tantas pessoas (milhões de leitoras) que nem conhece! Claro que no que concerne a minha opinião e à da Tiburi você não é tão gentil, sequer nos dar o direito de tê-las. Então, encerremos esta querela que não levará a nada! As divergências nada valem se não resultar em pontos comuns que façam crescer. Não sei nada, sequer consigo dizer o que quero sem lhe magoar muito, sim, a aspereza de suas respostas demonstram uma reação que, juro, eu não quis provocar. É muito difícil responder para você, eu nem lhe conheço, assim, minha formalidade está soando como arrogância. Tenha EXCELENTES FESTAS e um ANO NOVO repleto de realizações e leituras maravilhosas!

  137. Auristela Bauer permalink
    4 de dezembro de 2012 1:01 pm

    O importante, na leitura, é o prazer que se extrai dela. Algumas pessoas têm prazer na leitura fácil, que as ocupe e permita ter com quem comentar. Outras no vocabulário rico, resgate histórico, riqueza de detalhes, com que se descrevem sensações, personalidades, paisagens. A escritora, e a editora, conseguiram identificar o prazer que as pessoas teriam lendo. Não têm de ser criticadas. Se produtos de R$ 1,99 vendem, há quem os fabrica. Se livros populares vendem, haverá quem os publique. Ninguém é obrigado a ler. Algumas pessoas leem ‘o que tiver para hoje’, porque não tem escolhas melhores, ou as desconhecem, ou porque é mais fácil consumir o que já foi testado. Tal como vinho – a grande massa não toma vinho bom, não porque não gosta, mas porque a limitação ao acesso não permitiu refinar seu paladar.

  138. julia permalink
    5 de dezembro de 2012 9:43 am

    Não devemos dar tanta enfase ao fenomeno de vendas do 50 tons…. erudicao por erudicao deixa a gente chata. As vezes é necessario uma leitura mais “alienante” para esquecer um pouco da rotina. Mas se o fenomenno é tanto; do que as pessoas andam querendo falar, pensar e sentir que isso livro captou???

  139. Hilda Furacão permalink
    7 de dezembro de 2012 9:05 pm

    Aiaiaiaiaiaiaiai. Como as pessoas se sentem extremamente FERIDAS quando a verdade aparece, não? Sinceramente, eu espero que MUITAS dessas pessoas que comentaram aqui e despejaram suas merdinhas (totalmente magoadas com o fato de que existem pessoas interessadas em algo que vá ALÉM do puro entretenimento) NUNCA cheguem perto de uma Hilda Hilst, simplesmente NUNCA cogitem ler um ”A paixão segundo GH”.

    NÃO, AMADAS, NÃO É PARA VOCÊS! ENTENDAM QUE O MUNDO É DOS FORTES. Hahahahahaha!

  140. 13 de dezembro de 2012 11:43 am

    Acredito que devemos valorizar os escritores brasileiros, pois os estrangeiros são sempre mais “consagrados”.
    Valeu Márcia, com coragem publicou sua opinião e com mais coragem ainda respondeu as críticas de forma educada!
    Vamos sim valorizar nossa cultura!
    Galera, fale menos e façam mais! Mais sexo, amor e gostosuras, por favor!
    Gente que fala muito, pouco faz!

  141. Denise permalink
    18 de dezembro de 2012 5:23 pm

    Li a trilogia e me desculpe….. Lavagem cerebral??????? Me desculpem, não tenho tempo para isso, a forma como foi colocado mostra que TODAS as mulheres são burras e sem personalidade….. E depois vivemos numa democracia, cada um le o que quer etc…. Pq criticas não aparecem em relação as grande emissoras que escondem fatos e a verdadeira notícia….onde programas de péssima qualidade a cada dia aparece mais…. Sem conteúdo, sem qualidade etc…..

  142. Marília permalink
    19 de dezembro de 2012 2:22 pm

    Eu acredito sinceramente que você é uma tremenda de uma idiota que não sabe o que fala.
    Primeiramente, cada um lê o que bem entende, o que vale mesmo é o fato de estar lendo e não ficar assistindo BBB.
    E desculpa querida, mais acredito que isso não acabe com a inteligencia de ninguém, ate porque li toda a trilogia e pode acreditar, não sou burra!
    E levanto em conta que é um dos livros mais vendidos do mundo inteiro, acredito que sua “dica” não vale de nada.
    Então, pare de criticar o que você “julga” ser ruim e cuida da sua vida.
    E repetindo, cada um lê o que quer, e não esperamos nenhum “príncipe bilionário”, porque ao contrario de você a hipocrisia não nos domina!

  143. Marcel permalink
    29 de dezembro de 2012 4:06 pm

    http://machosderespeito.com.br/2012/11/29/50-tons-de-mulheres-mal-comidas/

    Vale a pena ler ! 50 tons de mulheres mal comidas

  144. Rose permalink
    30 de dezembro de 2012 10:16 pm

    Sabe o que achei diante de tantos comentários conservadoristas e liberais? que tudo é lícito mas nem tudo convém. Lendo 50 Tons, Toda Sua, etc, eu pude perceber aos meus 59 anos de idade, que se uma relação na cama vai mal, aplique alguma coisa que te fez extremecer, te excitar, abrir teus horizontes, etc, contidos nesses livros. Não vejo em hipótese alguma as mulheres sendo tratadas por esses autores como objetos, pois nessa literatura, elas se deleitam, se realizam sexualmente. Fora da cama é que não concordo com a submissão, isso, jamais. Então, cada um(a) que lê , traga pra si o que achar conveniente para aquecer a sua relação. Entre duas pessoas, na cama, tudo pode, contanto que os dois queira. Pra que usar de uma linguagem tão erudita, tão científica, para poder dizer alguém: SEJA FELIZ FAZENDO O QUE TE DEIXA FELIZ.

  145. Gressiely permalink
    2 de janeiro de 2013 12:02 pm

    “Depois da lavagem cerebral (com descarga e tudo) sofrida pelas pessoas (em sua maioria, mulheres sem muita noção de literatura ou coisas do gênero) que leram o lamentável “50 Tons de Cinza”, gostaria de sugerir um método para recuperar a inteligência e a alma…”

    Caramba!!!

    Ao ler isso, pensei em criticar essa critica, em defender o livro e as mulheres que, assim como eu, leram os cinquenta tons, mas depois fiquei me questionando: PRA QUE?

    Resumi tudo o que eu quero expressar em dois tópicos:

    1. Parabéns pelas suas qualificações (e indicações), mas você não é melhor que eu, que Elizabeth Brose ou que a Maria, cujo primeiro livro que leu foi Cinquenta Tons de Cinza e que agora espera pelo Christian Grey. Portanto, creio que há várias formas de se expressar e ser autentico, mas a forma como você escreveu foi grosseira, ofensiva e com um auto-julgamento de superioridade em relação às leitoras de cinquenta tons quase que palpável. Lamentável, lamentável mesmo! Se não foi a intenção, esclareço que foi o que transpareceu, muito claramente, a mim.

    2. Eu ODEIO pagode, mas meu vizinho adora. Eu acredito, sim, que meu gosto musical é melhor que o dele. Só por isso o será? Só por isso ele é um sem noção que passou por uma lavagem cerebral escutando lamentáveis músicas? Ah, por favor… Antes de boa literatura, boa música, bons filmes e bons vinhos, a sociedade precisa de RESPEITO!

    “Flores e corações” pra você, sra. Tiburi 🙂

  146. Maria permalink
    17 de janeiro de 2013 8:43 am

    Gente estou procurando um livro que é de uma escritora (inglesa acho) e ela faz uma analise das mulheres com obras de escritoras famosas (ou suas biografias,nao lembro porque apareceu quando eu navegava na saraiva e li por cima), sao 10 escritoras,dentre elas Alice Walker e Jane Austen. Quero presentear alguem. Obrigada !

  147. Carol permalink
    18 de janeiro de 2013 1:44 pm

    Boa Tarde galera! Sinceramente estou bastante chocada com tudo que li nesse site, desde o texto da Márcia até os comentários seguintes.. Fiquei chocada sim, por visualizar que em pleno século XXI pessoas ainda criticam a opinião alheia. E que mesmo se tratando de uma filosofa (como cita uma das leitoras) a autora de tal post se mostrou uma pessoa tão ignorante a ponto de lançar palavras ofensivas às pessoas que leram, e gostaram do livro 50 Tons de Cinza. Eu sou uma dessas pessoas, li, gostei e pretendo ler os outros dois que completam a trilogia. O simples fato de eu ter lido e gostado, não significa que eu tenha sofrido uma “lavagem cerebral” ou muito menos que sou uma pessoa burra ou acrítica. Não concordo de forma alguma que desmoraliza as mulheres, até porque não há nenhuma citação no livro que enfatize que mulheres são burras ou ignorantes, aliás quem fez isso foi você, querida. (não apenas com mulheres, mas com todos que apreciaram a leitura da trilogia 50 Tons). Todos tem o direito de acreditar naquilo que quer e lhe faz bem, portanto, às pessoas que acreditam que existe um príncipe bilionário que possa estar a seus pés, não falta inteligência, mas sim bom senso. Apesar de haver controvérsias nisso, cito como exemplo as esposas dos grandes atores de Hollywood, muitos deles são bilionários, e a maioria ama as esposas. Eu, Carol, tenho plena consciência de que o livro trata de pura ficção e parabenizo você, Márcia, por ter expressado sua opinião, é o seu direito! Assim como é direito dos outros, incluindo a mim, ler e gostar daquilo que bem entender. Somos adultos o suficiente para respeitar os outros, tanto em atitudes como naquilo que pensam. Ninguém é obrigado a ler essa trilogia, assim como ninguém foi obrigado a ler a Saga Crepúsculo, ou os livros do Harry Potter.. Histórias de FICÇÃO, segundo o dicionário brasileiro: sf. 1. ato ou efeito de fingir. 2. coisa IMAGINÁRIA; FANTASIA;criação.. Já diz tudo né?! Então, o ser humano precisa ser menos preconceituoso, menos voraz em ofender as pessoas que não concordam com nossa opinião e um pouco mais respeitosas umas com as outras. Gostei também da sua lista de livros e vou providenciar imediatamente que eu os tenha em alguma estante de minha biblioteca para lê – los em sequência assim que terminar minha leitura atual. Um grande beijo a todos, em especial à mulher maravilhosa que escreveu o texto causador de todos esses comentários. PARABÉNS MÁRCIA!

  148. Zoraide permalink
    20 de janeiro de 2013 12:05 pm

    Li toda a trilogia e não vi tanto motivo pra polemica, gostei muito, pra quem leu todos os livros sabem que o personagem principal vai tendo mudanças de comportamentos ,penso que as pessoas antes de fazerem criticas negativas deveriam ler os livros primeiro, existem fatos no livro que muitas pessoas vivênciam na vida real.

  149. Ludy Stewart permalink
    20 de janeiro de 2013 11:35 pm

    Bom como digo em todos os lugares que vejo esses comentarios preconceituosos e descabidos sobre a trilogia 50 Shades… Pra mim quem fala mal dessa linda e envolvente historia de amor sinceramente sofre de serios problemas. E outra coisa voce achar ruim o livro é uma coisa agora falar que ele fez uma lavagem cerebral e BLA BLA BLA não tem cabmento quem tem que decidir se é bom ou não são as pessoas que leram. Eu com muito orgulho ja li o livro 3x e estou indo pra quarta vez. Não tenho vergonha e amo esta historia de mais da conta. Então essa perda de tempo em falar mal de 50 Shades não leva voce a nada.

  150. Eva permalink
    22 de janeiro de 2013 12:32 pm

    Ahahahah…Sabe o que é melhor que 50 Tons de Cinza? Confesso que são todas as resenhas e críticas que vejo nos blogs .Adoroooooooooo .

  151. Mayara permalink
    23 de janeiro de 2013 4:15 pm

    Cala a boca sua babaca, não gostou problema seu, deve ser muito facil mesmo botar sua bunda na cadeira e ficar criticando os outro, (pq de certo vc está certa e todas as outras 60 milhões de pessoas que leram o livro e gostaram estão erradas). Idem as carmélias de igreja que “não conseguiram ler o livro”, pq???? Sentiram vergonha? Cada um tem seu estilo, ninguém é igual a ninguém, meu estilo pode ser diferente ao seu assim como o seu pode ser igual ao de muitas outras e o meu tbm. Pois bem, oq quero dizer é: não julgue ninguem, pois vc nao sabe qual o julgamento que estão fazendo com vc, quando vc mesma faz a cagada de sair escrevendo babaquices para ser do contra e taxar a oposição como “burros”, para que assim vc pareça inteligente.

    Obs: ahhhhh não precisa publicar.

  152. Luiz Alberto permalink
    29 de janeiro de 2013 9:19 pm

    Sugiro a leitura do artigo de Luiz Felipe Pondé:
    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/1143488-elas-gostam-de-apanhar.shtml

  153. 1 de março de 2013 4:09 pm

    É incrível….porque será que este livro é tão “cultuado”, quase que, inteiramente, por mulheres?
    O livro se tornou um “sucesso estrondoso”, pelo simples fato de que mexe com o inconsciente das mulheres. Seja ela resolvida sexualmente, seja ela virgem, seja ela uma freira ou uma prostituta do distrito vermelho de amsterdam.
    Por favor, “cut the crap”, e admitam que NÃO é bem escrito, e que tem uma história que, sinceramente, vemos acontecer em paralelo com diversas pessoas, famosas ou não.

    A todas que aqui comentam, e xingam, e brigam, e etc….eu nao li o livro, DE FATO, porém peguei algumas poucas passagens pra ler. Muitíssimo mal escrito, vocabulário de ginásio, extremamente tosco e juvenil….entendo que muitas aqui adoram, ja leram 2, 3, até 4 vezes, mas sinceramente….complicado viu? Não estou pedindo para lerem Kafka, Dostoiesvki, Nietzsche, Marx, nem nada do gênero, mas ouço pessoas falando “é o melhor livro que li em anos e etc…”, me dá vontade de responder “e o último livro que leu foi qual? A patota da pipoca? O pequeno príncipe?”

    Enfim, nao adianta debaterem sobre algo se é bem escrito, mal escrito, etc etc, se o intuito do livro é mexer com o EGO, com o emocional das mulheres. Porque sinceramente, nunca ouvi falar de um homem que leu, mesmo que “compelido pra saber do que se trata”, gostou. Ou então mulheres desejando um Mr. Grey, e aí quando vai pro quarto na intimidade, ouve um “então fica de 4 pra mim”, e me retruca dizendo “ai nao, eu nao faço isso”, “nao ponho a boca aí”, “isso é coisa de mulher biscate”, entre outras respostas broxantes, e que se fossem ditas pela protagonista do livro, seria alvo de comentários negativos das proprias leituras.

    sinceramente, é muita hipocrisia mesmo….

  154. 27 de março de 2013 11:03 am

    Márcia, tirando a parte da literatura em que é visível a má qualidade da escrita e o quanto a versão não apresenta história, chegando mesmo a lembrar um filme porno, é notável o quanto esse tipo de literatura ganhou espaço entre os leitores. Gostaria de saber se você tem uma análise mais psicológica desse fenômeno? Algo que justificaria tamanho alvoroço.

  155. 30 de abril de 2013 10:42 am

    Melhor que já li neste segmento foi O SEGREDO DA BORBOLETA ,é uma história veridica e não ficticia, fica a dica a todas.

  156. 15 de maio de 2013 9:46 pm

    Estou no ano de 2013 de nosso senhor e não consigo parar de rir com tanta gente e suas opiniões certezas, certezas absolutas e decretos finas. Eu li os tais 50 tons. Meses depois, tive um infarto agudo. Médicos estão pesquisando a relação entre uma coisa e outra

    • Renata permalink
      18 de outubro de 2013 4:40 pm

      Marielfernandes, vc foi a melhor! Parabéns pelo seu comentário acima! Pessoal, com todo o respeito, esse livro não merece tanta animosidade… Certamente não tem super poderes de lavagem cerebral (nem perto disso). Quem não quiser ler, não precisa. Abraços a todos!

      • 18 de outubro de 2013 10:32 pm

        Você é uma querida. Abraços aceitos e retribuidos.
        PS: é o Mariel.

  157. 26 de setembro de 2013 8:34 pm

    o melhor de todos A casa dos budas ditosos.

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  1. Cinquenta tons de Cinza – de novo « filosofia cinza

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